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Alerta vermelho: Nossa Democracia em perigo!

Há quase dois anos os ministros Luiz Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin vem ameaçando e prendendo cidadãos, cassando e prendendo ilegalmente deputados que se atrevam tão somente a questionar a segurança das urnas eletrônicas. Um artigo do Advogado Percy Castanho Jr.

Divulgação

Alerta vermelho: Nossa Democracia em perigo!

Por Maria Eduarda - 19/02/2022

Amigos: esta é uma análise política baseada em fatos. Mas é minha opinião. Pessoal e intransferível. E opinião não é crime. Se eu for preso – o que desejo ardentemente que não ocorra - espero uma reação à altura de vocês, que tanto me apoiam e em quem deposito total confiança.

Primeiro Ato: Por que o trio de ferro mudou repentinamente de opinião?

Há quase dois anos os ministros Luiz Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin vem ameaçando e prendendo cidadãos, cassando e prendendo ilegalmente deputados que se atrevam tão somente a questionar a segurança das urnas eletrônicas.

Todos os dias Barroso vem a público dizer que quem contesta tal segurança está ameaçando a república. O TSE vem fazendo campanhas caríssimas em rádio, jornais e TVs afirmando que a urnas são super seguras e jamais foram alvos de hackers. Atacou diretamente a pessoa do Presidente da República acusando-o de atos antidemocráticos por causa disso.

As Redes sociais foram instruídas a bloquear ou, no mínimo colocar uma janela direcionada para o TSE, para quem postasse qualquer coisa relacionada à segurança das urnas.

Instaurou-se no País um clima de medo, quase impedindo os cidadãos de tocarem no assunto. As urnas são seguras e ponto final! Afinal, os ministros disseram…

Só que, de repente, exatamente no dia em que o Presidente Bolsonaro está na Rússia reunido com o Presidente Putin, o trio de ferro (Barroso, Moraes e Fachin) vem a público e diz que o sistema super seguro está sob ameaça de hackers russos!!! Por que?

Segundo Ato: O renascimento de Lula

O ex-presidente, acusado, julgado e condenado em vários processos, por roubo e desvio de bilhões de reais dos cofres públicos, da Petrobrás e outras empresas, está preso numa cela da Polícia Federal em Curitiba.

Para que suas condenações e sua prisão ocorressem, seus processos passaram pelas mãos de dezenas de Desembargadores e Ministros, em várias Instâncias, inclusive no STF, submetidos a minuciosas análises, jamais tendo sidos contestados pela própria Justiça.

A essa altura Lula era considerado morto politicamente. Uma carta fora do baralho. Velho e doente, ninguém acreditava em sua volta. Ainda com dezenas de processos a serem julgados, seu destino certamente era a masmorra.

Mas a oposição - composta pela esquerda e por políticos sem qualquer ideologia a não ser o acesso fácil ao Erário -, inconformada pela derrota diante de um Conservador, encontrou-se diante de um dilema: quem vai colocar o sininho no gato? Ou melhor, quem vai disputar as eleições para tirar Bolsonaro do Poder?

Vendo que não existia no Brasil qualquer figura pública com carisma suficiente nem para animar uma quermesse do interior, uniram-se num plano macabro para ressuscitar Lula e colocá-lo de volta no Palácio do Planalto a qualquer custo. E quando falo qualquer custo, caro leitor, pode ficar com medo – senão pavor – destas palavras.

Terceiro Ato: O Plano.

O primeiro passo seria colocar Lula em liberdade. Mas como fazer isso se já fora condenado em três Instâncias, inclusive pelo próprio STF, que não viu qualquer irregularidade em seus processos?

Bom, o STF tinha uma plêiade de ministros indicados pelo Partido dos Trabalhadores. E por Temer, que também tem contas a pagar. Estava na hora de cobrar as faturas, por bem ou por mal.

Desta forma, como o STF não presta contas a ninguém, nem ao Senado, que deveria fiscalizá-lo mas não o faz por motivos óbvios, esse mesmo STF foi acionado para inocentar e libertar Lula.

Essa manobra, mais complicada e grotesca que um salto mortal triplo carpado de costas com queda de bunda, ficou a cargo do ministro Edson Fachin, amigo e admirador de Dilma, Lula e do PT, defensor do MST e de ideias ultra progressistas.

Baseou-se numa pretensa nulidade de todo o processo por ter ocorrido na cidade “errada”, Curitiba. Além de mentiroso – pois a operação lava-jato provém de um crime descoberto inicialmente em um lava rápido do Paraná, esse argumento é estapafúrdio, pois a Petrobras, que era vítima do processo, atua em todos os recantos do Brasil. Qualquer fórum seria adequado e bem-vindo para acabar com a corrupção desvairada que se instalara por estas bandas.

Além disso, essa alegação já havia sido refutada pelo próprio STF, que considerou perfeitamente legal o lugar de origem do processo.

Para dar mais colorido à comédia, o STF julgou o Juiz encarregado do processo, Sergio Moro, suspeito para julgá-lo. Um completo absurdo. Um juiz só é suspeito quando tem parentesco próximo, relação ou conflito de interesses com o Réu. Nada disso acontecia. Foi apenas mais uma peça na armação do Plano.

Enfim, com a cara de pau que os caracteriza, o STF mandou soltar o ladrão. Afinal, era só mais um...

Quarto Ato: E se der zebra? Plano B

O plano corria tranquilo. Lula solto, prescrições ocorrendo, só faltava o agora ex bandido ser eleito para voltar a paz e o dinheiro fácil entre políticos, banqueiros e empreiteiros.

Mas… E tem sempre um mas… E se der zebra? Se o maldito Bolsonaro ganhar outra vez? Afinal, ele é recebido com festa onde quer que vá, no Brasil e no exterior. Não tem uma só acusação de corrupção, por mais que inventemos. Está fazendo obras importantes. Nem a narrativa de que é um negacionista desalmado que não quer ver ninguém vacinado colou. Pois se foi ele que comprou mais de quatrocentos milhões de vacina. O que fazer se der zebra, meu Deus do Céu?

Bom, pensaram as cabecinhas puras e inocentes, donas do plano: se der zebra, vamos fraudar as urnas, o sistema, fazer o diabo (lembram?), mas temos que tomar o Poder (lembram?) de qualquer jeito. Não vai ser uma mísera derrota nas urnas que vai nos impedir.

E assim o velho, frágil e depauperado sistema eletrônico brasileiro, que é usado por apenas três países no mundo (Brasil, Bangladesh e Butão, vê se pode…), que mais parece uma peneira e foi frequentado durante meses por hackers, foi elevado à categoria de sistema mais seguro do mundo, inviolável, à prova de balas e de criptonita. O capitão Marvel do STF, então Presidente do TSE, essa nossa nobre jabuticaba eleitoral, Luís Roberto Barroso, foi o encarregado de nos convencer – sob pena de prisão – que o sistema era seguro. Durante quase um ano vem dando entrevistas diárias acusando quem não acredita em saci pererê de antidemocrata. Diante dos sábios “argumentos”, passei imediatamente a acreditar até nos elfos de Harry Potter.

Em paralelo, para dar ares de legalidade a uma possível fraude, contrataram várias pesquisas eleitorais nas quais Lula sempre se saiu em primeiro lugar. Quem duvidaria de uma vitória nas urnas, já que as pesquisas assim previam? Tudo muito bem bolado.

Estranha e bisonhamente, contrataram até um General – Luiz Fernando de Azevedo – ex-ministro da defesa e agora inimigo de Bolsonaro, para ser Diretor-chefe e cão de guarda do inviolável sistema de urnas eletrônicas.

Aqui ninguém mexe, comigo ninguém pode! A armação estava perfeita, é Lula lá de novo! De um jeito ou de outro.

Quinto e último ato: a reviravolta, ou, a vingança do pipoqueiro

Frustrada no Congresso pelo PT e afins a tentativa de se modernizar as urnas e se instalar sistemas confiáveis, onde venceria, veja que absurdo, quem obtivesse mais votos, restou um clima de apreensão entre Bolsonaro e os Conservadores, certos de que nesse mato havia não só coelho, mas raposas e capivaras famintas.

Foi então que a maionese começou a desandar. A pressão da sociedade, liderada pelo Presidente, forçou o TSE a aceitar fiscalização externa de diversos atores da sociedade, entre eles, o setor de inteligência das Forças Armadas, que fez uma série de questionamentos sobre a segurança das malfadadas urnas.

E finalmente Bolsonaro fez uma exitosa viagem à Rússia, para onde levou todo a cúpula da Defesa e da Inteligência. Logo para a Rússia, famosa pela habilidade de seus programadores, incluindo ai os hackers, acusados pelos democratas dos EUA de invadirem os sistemas ultra seguros do Pentágono?

Foi aí que o trio de ferro virou trio elétrico e tomou um choque. Alexandre de Moraes, Luiz Roberto Barroso e Edson Fachin, com a desfaçatez e cara de paisagem que lhes é característica, vieram a público para manifestar, na maior cara de pau, o medo de que hackers russos invadissem o sistema!!!

Ainda que perdoássemos a indelicadeza; ainda que esquecêssemos a grossura; ainda que relevássemos a falta de sentimento patriótico; ainda que fizéssemos vistas grossas ao ato antidemocrático; e ainda que não dessemos risada da patacoada ridícula perpetrada por essa cambada de ministros do Supremo ao virem a público atacar a Rússia enquanto nosso Presidente estava lá; como dizia, ainda assim cabe a pergunta que não quer calar:

E O RAIO DA SEGURANÇA ABSOLUTA DE NOSSAS URNAS ELETRÔNICAS QUE VOCÊS VEM APREGOANDO, NOS ATORMENTANDO, NOS PRENDENDO E ENCHENDO NOSSAS ORELHAS HÁ DOIS ANOS, PORRA?

Espalhe, porfa!

Percy Castanho Jr.


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