A esquerda inventou a cultura do cancelamento

A esquerda inventou o mimimi.

Duke

A esquerda inventou a cultura do cancelamento

Por Raquel Brugnera - 29/09/2021

A esquerda inventou o mimimi.

Instigou a hipersensibilidade de homens, mulheres, gays, gordos, negros, anões, deficientes, ou qualquer outra "categoria" que você pode usar para separar indivíduos em gavetas distintas.

A esquerda inaugurou o CANCELAMENTO, lá na era "EleNão", eles exigiam que os artistas se pronunciam contra o candidato e caso o artista não se posicionasse, era CANCELADO! Tinha shows esvaziados e suas redes sociais atacadas em bandos organizados que encontravam os contratantes e patrocinadores dos eventos e exigiam que o artista fosse do projeto.

Agora, Felipe Neto, resolveu reclamar dos conservadores que o perseguem e o faz perder publicidade. Justamente "Nelipe Feto" que enaltecia um perfil que atacava empresas, canais e personalidades famosas que não se declaram à esquerda.

Já outro cantor que foi acusado de fazer sexo embriagado com uma mulher, também embriagada, num reality show se defende dizendo que está sendo perseguido por ser negro, ou seja, como feministas estão sendo acusadas de serem racistas!

Há casos de casos de famosos que usam uma palavra "mal-dita" e acabam sentindo na moral e no bolso como consequências da hipersensibilidade que ajudaram a alimentar.

Dados como proporções dos exageros de cada "gaveta", o que devemos considerar é que:

- Lideranças utilizadas como ações dos preconceituosos e fofoqueiros para criar políticas pautas;

- A política pautou movimentos;

- Os movimentos pautaram representantes;

- Os representantes pautaram leis no Congresso;

- As leis estão garantindo a legalidade das novas regras sociais que sustentam os tribunais midiáticos, cada vez mais violentos.

Em suma, os criadores perderam o controle da criação e o sistema se retroalimenta com aquele dependente da aprovação popular para ganhar dinheiro.


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