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Tempo de estratégia utilizando as opções políticas

Há três projetos de poder em curso no Brasil, dois estão bem definidos e um deles ainda não está maduro. 

Divulgação

Tempo de estratégia utilizando as opções políticas

Por Raquel Brugnera - 03/11/2021

Há três projetos de poder em curso no Brasil, dois estão bem definidos e um deles ainda não está maduro.

O primeiro projeto requerido coletiva do maior número de pessoas sobre o que é um "conceito ideal de sociedade" e o que é possível colocar em prática despertar tardio da população. Ele está submerso na eterna dicotomia entre o IDEAL e o PRATICÁVEL e exige coragem para seguir batendo na mesma tecla e não mudar de foco em 2022. Este projeto tem falhas, desvios, inconstância e desagradou muitos apoiadores que esperavam mais agilidade nos resultados, decepcionando aos que entendream que o Poder é dividido por inúmeros agentes e instituições, numa Democracia sólida.

Já o segundo projeto de poder, requer a redução drástica do poder das Igrejas, (padres e pastores); a desmoralização dos pais que representam a "família patriarcal" tradicional e também o desgaste das autoridades policiais, judiciais, militares e morais da sociedade. Afinal, onde há um pai, uma mãe, um policial, um juiz, um professor, um padre, um pastor, ou um militar, em via de regra, há hierarquia e obediência; a ideologia que este projeto de poder representa não consegue se estabelecer, muito menos proliferar, num ambiente de ordem. Sem o caos e a separação das pessoas por raça, credo, cor, gênero, classe, tamanho e sexo, essa ideologia não existe.

O terceiro projeto de poder não está maduro, mas já adianto, ele se alimenta das falhas dos outros dois projetos e dos que não, uma categoria que o enquadre no projeto 2 e nem estão com paciência para aguardar a implementação do projeto 1.

Quanto mais eles falham, mais o projeto imaturo ganha musculatura e abraça novos adeptos.

Para o projeto 2 não há muito o que fazer, afinal, uma estrutura própria define uma ideologia e ele é limitado às amarras das bandeiras que ele mesmo carrega.

Já no projeto 1 há possibilidades e tem como rever, reconsiderar, corrigir, ajustar, potencializar e atrair os indecisos até a próxima eleição federal, basta trabalhar internamente com os indicadores que apontam às soluções, além de uma estratégia de comunicação eficiente.

O cenário de 2018 não se repetirá nas redes sociais e contar apenas com a indignação dos eleitores é suicídio político, porque os indignados podem se dividir.

Ao meu ver, é o tempo de estratégia e campanha séria, usando todas as opções políticas, administrativas e midiáticas nos próximos meses.

Mas e você? 1, 2 ou 3?


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