Vai começar a narrativa dos exonerados

Presidente da República solicitou gentilmente, que as autoridades peçam afastamento até janeiro, para que possa remontar seu time o mais rápido possível.

Hugo Barreto

Vai começar a narrativa dos exonerados

Por Raquel Brugnera - 15/09/2021

Teremos que enfrentar a saída de 10 Ministros do Governo, para que concorram nas eleições de 2022 e o Presidente da República solicitou gentilmente, que as autoridades peçam afastamento até janeiro, para que possa remontar seu time o mais rápido possível.

Até aí, tudo bem, se não soubéssemos as reações da militância de esquerda e de direita aqui fora.

A esquerda criará histórias para cada um dos exonerados, por mais que a autoridade declare a razão de seu afastamento, a imprensa contará alguma mentira que um jornalista "descobriu nos bastidores" sem a necessidade de dar fontes, ou ainda, acusarão a autoridade de propaganda eleitoral antecipada, caso ela se explique demais e como sempre, parte da direita cairá em desespero e culpará Bolsonaro.

Mas não me preocupo tanto com a narrativa dos exonerados, essa é fácil de rebater e a imprensa não tem créditos; o que me preocupa mesmo são os 10 nomeados!

Teremos novamente os influenciadores de direita surtando por não serem contemplados quando o Presidente recusar um nome sugerido? A cada nomeação irão tentar convencer ao eleitor que Jair Bolsonaro é um "traidor dos conservadores"? Ou aprenderam a lição depois de Augusto Aras e Nunes Marques? Continuarão querendo mandar no Presidente, ou ajudarão a tranquilizar a população diante de um cenário novo?

E se ele nomear um Osmar Terra, MDB, como Ministro, dirão que Jair vendeu a Esplanada ao centrão?

Hoje é dia 15 de setembro, já estamos avisando com antecedência, cabe a você, leitor e eleitor, dar os créditos que cada uma das partes merece. Você confia na mídia de esquerda, nos influenciadores, ou no próprio Presidente?

Você já viveu suficiente e evoluiu politicamente para tirar suas próprias conclusões e deixar de ser influenciado por pautas pessoais, como se fossem coletivas, já é capaz de perceber o que é narrativa, o que é ranço pessoal e o que é verdade.

Raquel Brugnera


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