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Estela Borges Morato: Uma heroína esquecida

Estela foi uma das responsáveis pelo abate do terrorista Carlos Marighella.

Arquivo pessoal

Estela Borges Morato: Uma heroína esquecida

Por Thiago Silva - 12/11/2021

Neste mês de novembro, completou-se 52 anos da morte de uma “heroína esquecida”, que pouquíssimas pessoas na atualidade tem o conhecimento do seu importante papel na historia desse país.

Estela Borges Morato, uma jovem investigadora de 22 anos que servia no antigo e saudoso Departamento de Ordem Política e Social o “DOPS”, estava presente naquela noite de 4 de novembro de 1969, na Alameda Casa Branca, em São Paulo, em uma operação coordenada pelo delegado, Sérgio Paranhos Fleury.

A missão era uma das mais importantes da época a nível nacional, neutralizar de uma vez o terrorista, Carlos Marighella, responsável por diversas barbáries contra inocentes e contra o patrimônio público.

O meliante em questão, além de ser comunista convicto e estar a serviço de uma doutrina pútrida, também foi responsável por propagar o caos naquela época. Marighella realizou ataques a bomba, sequestros, homicídios, estupros, assaltos a bancos dentre outros delitos. Esse criminoso hoje chamado de “herói”, selou o seu destino quando decidiu caminhar pelo comunismo, assim o fez, e assim sentiu suas consequências.

A campana que foi feita por Fleury e que contava com, além de Estela, outros policiais, teve êxito, e naquela noite os que não foram presos, foram mortos, ali era o fim de um criminoso.

Infelizmente nesta fatídica noite,a jovem e bela Estela de apenas 22 anos, e com uma promissora carreira policial no DOPS, acabou sendo atingida na cabeça em meio ao tiroteio, vindo a falecer no dia 7 de novembro de 1969.

Passado esses 52 anos, e tudo o que temos para lembrarmos de seus feitos e de sua bravura em favor desse país, é apenas uma escola na cidade de São Paulo que leva o seu nome, e não é de se admirar se por acaso as crianças dessa escola forem doutrinadas por “professores” que querem ensinar que esse marginal endeusado por uma minoria inescrupulosa, era uma pessoa de bem.

Esse terrorista que ceifou a vida de muitas pessoas inocentes e hoje é tratado como um “semideus”, exaltado pelos que são de sua laia, tem filmes, camisetas, músicas, poemas, livros e muitas outras coisas que fazem referência ao “POBRE NEGRO TRABALHADOR” , coisa que ele nunca foi.

E ao olharmos para Estela e enxergamos que apenas uma simples escola carrega o seu nome e seu legado heroico, fica evidente a certeza de que boa parcela da sociedade está doente e já está infectada com o vírus do nefasto comunismo.

Ao negarmos a sua história, e virarmos as costas, não só para Estela, mas para muitos outros militares e civis que permaneceram do lado correto da história deste país, estamos no dito popular “cuspindo no prato em que comemos” deixando de lado as pessoas que se sacrificaram por um bem maior, a nossa pátria. E pessoas assim jamais devem ser esquecidas.

Estela Borges Morato, sua memória será sempre preservada por aqueles que ainda acreditam neste país e seus serviços e sacrifícios por essa nação jamais cairão no esquecimento. Ainda existe esperança, a luta continua.


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