Cookies management by TermsFeed Cookie Consent

O fim na picada?

Por que várias mortes por mal súbito estão sendo registradas ultimamente?

Redes sociais

O fim na picada?

Por Thiago Silva - 26/01/2022

Nas últimas semanas foram registrados inúmeros casos de óbitos causados por mal súbito, tanto no Brasil como no exterior. Todas as vítimas eram pessoas com o modo de vida aparentemente saudável, sendo que algumas delas eram esportistas, o que levanta várias dúvidas sobre as circunstâncias dessas mortes, algo que ainda segue sendo objeto de questionamentos por boa parte da opinião pública.

Por muitas vezes a morte repentina vem sendo atribuída ao imunizante da Covid-19, muito pelo fato de que as vítimas tiveram suas vidas ceifadas pouco tempo após a inoculação, levantando suspeitas graves sobre a efetividade e efeitos colaterais dos imunizantes. Ao analisarmos os casos vemos um padrão mórbido sendo seguido, o que evidencia ainda mais essa tese de que a causa dos óbitos seja mesmo as vacinas.

No último dia 15 em Colatina, cidade interiorana do Espírito Santo, a ciclista Mariana Merlo, de 27 anos, veio a óbito após ter um mal súbito. Segundo informações a ciclista estava em sua casa quando começou a passar mal repentinamente pela tarde, sendo encaminhada com urgência para o Hospital Sílvio Avidos. Logo mais as 20h ela não resistiu e acabou falecendo. Apesar do corpo ter sido encaminhado para a capital Vitória para uma autópsia nada foi descoberto, e se foi, não houve divulgação.

No dia 12 em Teresina, no Piauí, um jovem identificado com João Pedro, de 17 anos, que fazia teste para a base de futebol do Flamengo, acabou falecendo durante um treino. Antes de sofrer o mal súbito o jovem relatou aos colegas que sentia dores e desconfortos durante as atividades.

Além de João Pedro, muitos outros jogadores de futebol, faleceram ou tiveram que encerrar suas carreiras tudo por conta da mesma motivação; problemas cardíacos. Um exemplo recente foi o do zagueiro Ousmane Coulibaly, do clube Al Wakrah, que sofreu uma parada cardíaca em campo enquanto defendia seu time contra o Al Rayyan no último dia 8. O jogador precisou ser reanimado e levado de ambulância ao hospital.

Os casos não se limitam aos atletas, na manhã do dia 3, o jornalista da SBT de Minas Gerais, Rafael Silva, de 36 anos, teve um mal súbito ao vivo enquanto apresentava o programa Alterosa Alerta. Rafael teve 5 paradas cardíacas quando estava a caminho do hospital, ficando na UTI até o dia 6 de janeiro. O mesmo havia postado fotos dias antes dizendo que estava cem por cento vacinado.

A atriz Mila Moreira também teve um mal súbito como causa de sua morte, uma pessoa próxima à atriz contou que ela começou a vomitar sem parar e foi levada para um hospital em Paraty. Já no Rio de Janeiro, ela teria sofrido uma parada cardíaca que causou seu óbito.

Em meio a esses casos uma manifestação pacífica foi realizada na Avenida Paulista no último sábado dia 22. O evento reuniu poucas pessoas que, munidas com bandeiras, cartazes e vestes verdes e amarelas, protestaram contra as medidas sanitárias exacerbadas, a falta de explicações sobre os óbitos pós-inoculação e a vacinação infantil.

Casos como os citados acima estão em constante aparição, já se tornando algo “natural”, e preocupante na mesma proporção. Não houve um pronunciamento convincente de uma das grandes farmacêuticas responsáveis pela fabricação dos imunizantes, os casos também não são amplamente investigados ou divulgados, e geralmente são tratados como casos isolados, o que faz com que os mesmos sejam esquecidos depois de um tempo.


Compartilhe

Últimas Postagens