A aproximação da China na última reunião dos BRICS

Guedes já mostrava a preocupação com as empresas chinesas em algumas outras alterações, mas sempre ponderou nas críticas para evitar polêmicas desnecessárias. 

Divulgação

A aproximação da China na última reunião dos BRICS

Por Victor Vonn Serran - 22/09/2021

Guedes já mostrava a preocupação com as empresas chinesas em algumas outras alterações, mas sempre ponderou nas críticas para evitar polêmicas desnecessárias. Todo mundo sabe que aquela bolha, escondida, uma hora iria estourar. A Evergrande é só um começo, já que uma frente ocidental criada para conter o avanço dos chineses, tende a acento ou recuo dos investidores.

É um momento de preocupação nos mercados, principalmente no brasileiro, já que ainda temos a questão dos precatórios, que pode afetar todo o orçamento da União. Temos de lembrar que a China é um consumidor importante de produtos do Brasil, e que se o Supremo disser que as dívidas precatórias devem ser pagas sem adiamento, programas sociais importantes do governo podem levar um duro golpe.

Dois ministros compromissos na agenda após a assembleia da ONU, e importantes acordos comerciais podem aparecer até Julho. A aproximação da China na última reunião dos BRICS parece ter sido estratégico, e promete melhorar as propostas que EUA e Reino Unido tendem a fazer. Isso está relacionado o impacto nas relações internacionais, mas não a preocupação.

Lira vai adiantar a discussão dos precatórios, e Pacheco tende a evitar, porém a pressão e o desgaste do assunto ficaria no Senado. Neste próximo último ano de governo, a casa tende a endurecer e segurar pautas para aumentar o desgaste eleitoral de Bolsonaro, como estratégia da frente ampla, que vai correr para o lado que sobrar.

Lá fora, a repercussão do discurso do presidente foi boa, mesmo que a mídia brasileira insista em bater. Com os dados expostos sem filtro, fica mais difícil para a imprensa construir argumentos fictícios. O Brasil agora tem status de player no jogo, e isso incomoda muitas potências. Tirar Bolsonaro agora é uma preocupação dos globalistas, e todo tipo de recurso vai ser colocado nesse sentido.

Porém, sem apoio da maioria da população brasileira.


Compartilhe

Últimas Postagens