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A chinelada chilena

Com a eleição de Boric, o Chile continua pelos caminhos da esquerda, afastando ainda mais as possibilidades de crescimento no Mercosul.  Leia abaixo o blog de Victor Vonn Serran.

EPA / Alberto Valdes

A chinelada chilena

Por Victor Vonn Serran - 20/12/2021

Com a eleição de Boric, o Chile continua pelos caminhos da esquerda, afastando ainda mais as possibilidades de crescimento no Mercosul. O bloco, que já segue parado pelas divergências entre o presidente do Brasil e da Argentina, terá desafios para se manter e criar novas perspectivas.

A escolha dos chilenos para fazer o país sofrer por questões óbvias: a base de exportação do Chile é o cobre, e com as crescentes demandas e necessárias do setor ambiental, a esquerda tende a impostos e tributos para o manuseio e produção. Isso impactaria o mercado no país, que já sofre com a falência das empresas chinesas e as constantes diminuições das importações do metal.

Já o grupo de Puebla se fortalece políticamente, aumento sua influência pela América do Sul, fato que contribui para a expansão do bolivarismo, mesmo que o grupo se esforce a passar a imagem do centro esquerdo moderado, em contradição com o Foro de São Paulo.

O ex-presidente Pinera não conseguiu implementar medidas eficientes na condução do país no período de pandemônio, copiou Macri no erro de ceder como políticas de impacto dos sindicatos e partidos da esquerda no país. Não houve uma estratégia eficiente na captação dos votos nulos, e isso foi outro erro do espectro, na construção de uma campanha.

Erros que o presidente Bolsonaro não cometeu, e podem ajudar o Brasil a ter um destino bem diferente do povo chileno.

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