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A possível chapa quente de Bolsonaro

Com o aceno de Luís Inácio a ala radical petista, para garantir votos em uma estratégia similar a da campanha do presidente do Chile, algo não cauculado acendeu um alerta nos vermelhos.

Divulgação

A possível chapa quente de Bolsonaro

Por Victor Vonn Serran - 28/01/2022

Com o aceno de Luís Inácio a ala radical petista, para garantir votos em uma estratégia similar a da campanha do presidente do Chile, algo não cauculado acendeu um alerta nos vermelhos. A ala empresarial não gostou muito da conversa, e procurou a pessoa certa para dar o recado:

Paulo Skaf.

Com a indicação de Damares para São Paulo, o presidente sinalizou que não quer apoiadores de ocasião com críticas construtivas, como Janaina, ou mesmo Weintraub. O que significa, que para atrair o apoio dos setores da indústria, Skaf viria possivelmente como vice governador de Tarcísio. Porém isso ainda está no campo da especulação.

Damares tem boa aceitação, e conseguiria amplo apoio da ala evangélica do estado, que é enorme, e tem crescido cada vez mais no campo político desde a entrada de Mendonça no Supremo.

Nos bastidores, Skaf tentava costurar acordos com Kassab, já que sabe que a candidatura de Pacheco estava praticamente afundada. O PSD precisa de nomes para orbitar em São Paulo, já que também é nítido que Rodrigo Garcia, seu "ex amigo bem próximo " vice de Dória, tem poucas chances de levar o pleito. A ideia não era de dividir palanque, mas tentar manter Kassab afastado de Lula.

Tarcísio entra como Coringa, e pode espelhar os feitos do governo federal na campanha. Isso tem incomodado os opositores, pois além de abrir ampla vantagem pelo uso apropriado da máquina, ele alavancaria a popularidade de Bolsonaro em São Paulo.

Pelo jeito as cajadadas do governo estão funcionando, e tem muito coelho perdido, ficando pelo caminho.

Que assim seja.


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