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Atenção especial ao eleitorado feminino

Três Institutos chegaram em uma rejeição de até 50% para votos femininos em Bolsonaro, enquanto que a Ipec, chegava até 70%. Ou seja, esse é o novo alvo das estratégias da oposição.

Divulgação

Atenção especial ao eleitorado feminino

Por Victor Vonn Serran - 07/04/2022

Hoje eu vou começar o texto, agradecendo as pessoas que conheci aqui pelo Instagram, que me mandam informações importantes. Nesse conjunto, sempre chegam pesquisas de partidos e de institutos, encomendadas por grandes empresas. Em todas essas pesquisas, diferentes daquelas apresentadas à grande mídia, faço uma análise passo a passo, e comparo os dados. Nas últimas quatro que recebi, constatei uma coisa importante. A despreocupação com o eleitorado feminino.

Três Institutos chegaram em uma rejeição de até 50% para votos femininos em Bolsonaro, enquanto que a Ipec, chegava até 70%. Ou seja, esse é o novo alvo das estratégias da oposição.

Existem 67 milhões do sexo feminino, sendo 52% de todos os eleitores no Brasil. Embora os fatores de rejeição sejam contestados por outros índices, vejo essa porcentagem como algo que não pode ser ignorado.

Com a briga entre Doria e Leite, Simone Tebet resolveria a questão como cabeça de chapa. Viria como representante do gênero, no resgate da ideia de mulheres tomando espaço. Ela ainda não morderia todo o fundo eleitoral, e essa ideia agradaria os partidos. Nem o próprio Ciro lhe negaria apoio, e com Moro ignorado, poderia resgatar o elo perdido da terceira via, e fazer votos flutuantes, sairem da esfera de Bolsonaro.

Mas não pra ganhar.

A ideia do MDB é trazer gordura para a campanha de Simone, e depois jogar todo esse apoio em uma "Frente pela democracia" liderada por Lula no segundo turno. Como golpe final no voto feminino, faltando poucos meses do pleito, Lula casaria com Janja, em uma cerimônia que atraria toda a atenção da mídia, mexendo no imaginário popular, envolvendo todos os órfãos da Ruanett junto com a esquerda internacional.

Evento do ano, com cobertura de Oscar.

Se elegendo, Lula dividiria o bolo, como sempre fez. E todos os envolvidos, menos os brasileiros, sairiam ganhando nessa.

Acredito na vitória do Jair no segundo turno, e sei que o Auxílio Brasil vai pegar boa parte dessas mulheres. Tudo isso é especulação, mas uma estratégia com Michelle e as mulheres da direita, seria interessante agora.

Hora de olhar com mais carinho para a mulherada.


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