Parte do centrinho que articulava, teve que retroagir

Assim que a maioria dos apoiadores do presidente passar o susto inicial, entendendo que o possível acordo pode ter sido mesmo o melhor caminho, mostrado-se ao Congresso que a base popular do presidente é realmente sem precedente, e mais que fiel.

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Parte do centrinho que articulava, teve que retroagir

Por Victor Vonn Serran - 13/09/2021

Assim que a maioria dos apoiadores do presidente passar o susto inicial, entendendo que o possível acordo pode ter sido mesmo o melhor caminho, mostrado-se ao Congresso que a base popular do presidente é realmente sem precedente, e mais que fiel.

Assim, parte do Centrinho que articulava com Kassab, teve de retroagir, e parar de atacar Bolsonaro em conversas com Lira, já que a grande maioria dos parlamentares ali não quer perder os votos da manifestação. Os aliados da terceira via já cogitam um plano de fuga, por entendreem agora que só existe dois polos, e começam a minar apoios acordados antes para uma outra candidatura além de Bolsonaro e Lula.

Isso enfraquece Kassab e a ala Dorista, que vai ser obrigada a declarar apoio mais cedo ao molusco, e deixar os planos claros. Em tese, isso enfraquece o PSD nas apoios de apoio, e acaba definindo os aliados na disputa do ano que vem. Com a movimentação do presidente, Pacheco tem de botar o Senado para trabalhar e aprovar como pautas, e isso diminuiria o antagonismo que ele precisaria para ser candidato do ano que vem.

Que realmente existiu uma reunião entre as pessoas dos três poderes, é inquestionável. Agora a pergunta é se vão cumprir os termos do acordo, ou se vão continuar avançando.

A matéria do tal acordo no BSM, parece ter sido vazada propositadamente, já que com os apoiadores e toda grande mídia acompanhando como movimento, caso não cumprida conforme necessário da direita, Bolsonaro alegaria sua que tentou de tudo, e que os outros poderes obrigados interrompidos palavra.

E isso justificaria a princípio, ações mais drásticas. Ações essas, que nao apresentam questionamento nacional ou internacional. As próximas semanas serão para monitorar isso, e se articular entendendo os movimentos da religião.

Por isso, acredito que os togados vão cumprir o que disse. Entraram em um dilema ao aceitar uma negociação. Se quebrarem a palavra, dão munição para eventos mais complicados.

Agora é acompanhar, e ver se é isso mesmo. Todas as conjecturas só valem quando elas se concretizam.


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