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Sobrevivência Geopolítica

É inevitável entender que uma série de confrontos estão por vir, e isso vai novamente dividir os blocos do mundo.

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Sobrevivência Geopolítica

Por Victor Vonn Serran - 07/01/2022

Quando eu falei sobre legitimidade, em um texto anterior que critica a posição de alguns intelectuais, quando dizem que Bolsonaro errou por não ter se tornado um Pinochet do Brasil, muitos colegas questionaram a ideia no privado. Mesmo eu mostrando o exemplo do Chile e até da Argentina em longo prazo.

Agora, com a crise no Cazaquistão, estamos de novo debruçados no mesmo tema. Embora Kassyn tenha feito a vontade dos manifestantes, demitindo os funcionários do governo, congelando preços, e estabelecendo os critérios propostos, a população ainda segue querendo sua destituição. Para os jovens que enfrentam o exército local, tudo que foi levantado no governo anterior de Nezar, não foi resultado de uma política justa. Novamente vemos a questão da legitimidade ganhar entorno político, e gerar conflitos nas consequências do pós vírus chinês.

Essa legitimidade que os manifestantes reivindicam não é criada pela opressão propriamente dita do estado, mas pela impulsão do sentimento de injustiça social na população. Misture isso com pautas ecosocialistas, luta pelo aumento dos direitos nas pautas identitarias e o sonho mentiroso de uma governança global, e logo vai conseguir convencer os jovens dessa geração que existe uma verdadeira luta do bem contra o mal, criando uma verdadeira fábrica de jihadistas do cabelo azul.

Depois use a pandemia e seus efeitos forçados, como um estopim para inflamar os zumbis e pronto, criamos revoluções artificiais ao gosto do global.

Sabemos que as big techs entendem que em democracias livres, seu espaço no mercado sempre será ameaçado por novos insiders, e que em regimes autoritários, isso é bem mais difícil de acontecer, em razão do apadrinhamento dos ditadores. Criar financiamentos para colocar políticos que vão trabalhar por essas agendas, já não é mais investimento, mas uma obrigatoriedade. Soros e a galera do clube Bill fazem isso a mais de quarenta anos, mostrando um planejamento global de dominação, que segue uma série de estágios de curto a longo prazo.

Basta prestar atenção como esses grupos, entidades e instituições além de financiar os políticos, financiam também grupos revolucionários que desestabilizam governos, tanto no contexto cultural quanto no armado. Uma crise no Cazaquistão, que tem reservas de gás e a estação espacial Russa, é bem conveniente para Biden, que a mando dos amigos europeus segue tentando pressionar Putin, abandonando a posição Nixon-Kissinger que trazia vantagens aos EUA.

Tudo tem um propósito: alinhar estratégias para manter o poder em uma elite global criada na Europa, que não quer fatiar o bolo com a China e a Rússia, os novos players que correram por fora, e não vão aceitar migalhas no novo espaço tecnológico que o futuro vai trazer.

Por isso é importante um presidente que entende como o jogo funciona.

Precisamos de alguém criando vantagens diante desses conflitos, para pressionar os ecosocialistas a parar de ameaçar o Brasil com reivindicações ridículas, como as mudanças climáticas que existem causadas pelo peido do boi, ou pela mata molhada em área específica pegando fogo, enquanto dizem que energia nuclear é a próxima "Fonte limpa" que vai salvar o planeta.

Não podemos colocar um lacaio da Europa, ou mesmo dos vermelhos, para pesar negativamente a balança, que vai ficar bilionário com a expansão da tal governança global, ou com a perda da soberania brasileira.

E por todos esses motivos a reeleição de Bolsonaro, junto com a eleição de senadores e deputados alinhados ao espectro, não é apenas uma necessidade, mas uma questão de sobrevivência geopolítica.

É inevitável entender que uma série de confrontos estão por vir, e isso vai novamente dividir os blocos do mundo.

Estar na posição certa,

vai fazer toda a diferença para o Brasil.


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