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Tempo de Bolsonaro

Nesta semana de 2021, Bolsonaro teve maioria dos votos da enquete, e foi eleito pela grande maioria como pessoa do ano. O fato incomodou os responsáveis ​​pelo veículo, como visto na matéria que indica a votação. 

Divulgação / Instagram

Tempo de Bolsonaro

Por Victor Vonn Serran - 09/12/2021

Charles Lindbergh foi o primeiro americano em um vôo solitário, ao cruzar Atlântico em trinta e três horas em 1929. Todos os veículos de mídia da época, noticiaram o evento, menos a revista semanal "Time" que ignorou o feito em vazão de outras notícias . A mancada foi tão notória, que a revista teve de criar um meio de corrigir seu erro, e na semana seguinte, criou o prêmio de "Homem do ano", indicando Charles.

Assim, todos os anos seus editores elegiam uma personalidade que era notória no período. Com o tempo, mudaram a indicação "Homem" para "Pessoa" e depois de muitas falhas, como elencar Hitler e o Aiatolá Khomeini, evitavam levantar pessoas polêmicas, colocando como eleitos, apenas como celebridades que eram consenso de opinião positiva. O intuito era de não perder assinaturas com repercussão.

Nesta semana de 2021, Bolsonaro teve maioria dos votos da enquete, e foi eleito pela grande maioria como pessoa do ano. O fato incomodou os responsáveis ​​pelo veículo, como visto na matéria que indica a votação. A revista observou e enfatizou o ponto de vista da resposta, e omitiu os méritos do presidente do Brasil em sua gestão, como ser um dos países com mais imunização, e ter políticas de melhoria diferenciadas, para garantir empregos durante o período de quarentena.

Vamos lembrar que a revista mudou o título o ano passado para ajudar na eleição de Biden, deixando claro não curtir muito a linha dos republicanos. Isso é a confirmação de seu viés e de linha editorial que procura seguir a grande mídia ao elevar o progressismo e o politicamente correto.

A esmagadora maioria dos votos, na constatação da popularidade de Bolsonaro, fez o veículo constrangido, observar como fator de notoriedade o critério "Para o bem ou para o mal" como um dos possíveis que guiado a escolha de quem votava. Vamos lembrar também que os votos são da enquete popular, e quem escolhe realmente a capa de personalidade, são seus editores.

A pergunta que deveríamos fazer a Time, é:

As pessoas que votaram no presidente como personalidade do ano, votaram no negativo negativo? Outras matérias com Greta, e outras capas votadas também tiveram essa observação?

Acredito que essas perguntas, não serão respondidas. Porém, uma coisa é certa;

Independente da escolha dos editores, Bolsonaro conseguiu mais uma vitória, em meio a tantas outras nesse ano, e cada vez fica mais difícil para a grande mídia, manter a narrativa de presidente totalitário.

Parte do mundo começa a enxergar quem realmente é o presidente do Brasil, e isso é perigoso para quem sempre esteve no real poder.

Muitos se preocupam com as mudanças que isso pode trazer, não apenas ao Brasil, mas também ao mundo.


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