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Transparência nas eleições de 2022

Depois de todo o rebuliço do Sete de Setembro do ano passado, acordos secretos foram selados, saindo amplamente na mídia, corroborado pelas partes, que se negaram a falar do acordo.

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Transparência nas eleições de 2022

Por Victor Vonn Serran - 13/04/2022

Depois de todo o rebuliço do Sete de Setembro do ano passado, acordos secretos foram selados, saindo amplamente na mídia, corroborado pelas partes, que se negaram a falar do acordo.

Isso gerou um convite do T.S.E que acabou com uma entrada do general Heber Portella, na constituição de uma "Comissão de transparência" que dava ao exército prerrogativa para questionar a lisura do processo. Nisso, veio uma lista com muitas vulnerabilidades, que não poderiam mais ser ignoradas.

Vale lembrar que no encontro de Bolsonaro e Putin, além de fertilizantes, a conversa se estendeu para a área de tecnologia.

E tudo isso me agradou muito. Porém, meses depois, começaram vários ataques as forças armadas. Primeiro com denúncias requentadas sobre a compra de carne e assessórios já anteriormente explicados. Neste último mês, mais duas denúncias apareceram: a da sildenafila, que até já foi esclarecida, e a nova das próteses.

Provavelmente haverão mais denúncias até Outubro, e o motivo parece simples de entender. Existe um planejamento para desgastar o exército, e aparentemente, isso pode ter ligação com o fato dos militares fazerem parte das aferições do tribunal.

O convite para fiscais da UE para acompanharem o pleito pelo pessoal da esquerda, me fez entender que agora não haverá fraude de jeito nenhum, e que hoje poderemos ficar tranquilos com as movimentações de Outubro. Se houvesse fraude, jamais chamariam organizações internacionais para acompanhar.

Com o retorno da sonhada transparência, provavelmente quem vai questionar o pleito de 2022 não será mais Bolsonaro. Será Lula. E isso pode acender a chama dos revolucionários da América do Sul. Isso explicaria os últimos acenos do barba a militância mais radical.

Mas se engana quem acha que isso pode dar certo. O próprio Intercept falou sobre a "Operação Mantiqueira" e seus desdobramentos. Já faz mais de dois anos que treinamentos de segurança e ordem ganharam intensidade. Então se acaso houver uma versão 2.0 de um BLM bolivariano, com certeza vai fracassar no Brasil.

E os moluscos podem sair do prato dos morcegos, e voltar para a cela, de onde nunca deveriam ter saído.


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