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Paulo Guedes volta a falar sobre privatização da Petrobras

“É preciso transformar esse veneno em vacina”, diz o ministro.

Paulo Guedes volta a falar sobre privatização da Petrobras Foto: Reprodução InfoMoney

Paulo Guedes volta a falar sobre privatização da Petrobras

Economia Por: Thiago Silva - 26/10/2021

Durante uma entrevista para alguns jornalistas neste ultimo domingo (24), o ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou a importância de privatizar a Petrobras, na opinião do ministro, o preço dos combustíveis deve melhorar se a empresa entrar no “novo mercado”, e ainda disse que as crises enfrentadas pelo país na atualidade, são frutos de “monopólios estatais por 30 ou 40 anos”.

“A própria Petrobras é um veneno que pode virar vacina. Cada vez que o petróleo sobe, que o combustível sobe, ela tem um resultado melhor. Se nós levarmos a Petrobras para o novo mercado, que é o que está acontecendo com a Petrobras, vocês não tenham dúvida da melhora. Problema de crise hídrica, crise combustíveis, tudo isso foi devido aos monopólios estatais por 30 ou 40 anos”, disse Guedes.

Questionado sobre a privatização da Petrobras, o ministro respondeu;

“Estamos andando nessa direção [de privatizações]. Estamos fazendo [com a] Eletrobras, estamos fazendo [com os] Correios. E eu estou propondo justamente isso. Vamos transformar esse veneno numa vacina; igual soro antiofídico. Então houve muita roubalheira na Petrobras no passado. E, ao mesmo tempo, o preço não para de subir. Não tem competição no setor, e o preço continua subindo”, ressaltou.

Por fim, Guedes comentou que os recursos obtidos com a venda da Petrobras gerariam riquezas para o povo brasileiro.

“Só o BNDES tem uma fortuna. São bilhões em bilhões de ações da Petrobras. Se nós formos para o novo mercado, nós criamos entre R$ 100 e R$ 150 bilhões de riqueza para os brasileiros. Vamos pegar esse dinheiro e ajudar os mais frágeis. Vamos acelerar os programas de transferência de renda. Vamos fazer os programas sociais. Nós temos ferramentas. O importante é que a gente prossiga com as reformas”, finalizou o ministro.


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