Carlos Eduardo Thomaz Pedroso
Thiago Silva
30 de Agosto de 2021

Nosso entrevistado de hoje é mais um bom exemplo de cidadão de bem que segue a risca o conjunto de bons valores nacionalistas. Um ativista patriota que sempre esteve em constante luta para reconquistar os direitos do povo, e usando de seus meios ele sempre esteve a serviço da pátria colaborando com a defesa de todos os valores que nós cidadãos de bem prezamos. Nas manifestações populares, nas mídias sociais, nas ruas, em família, nos comícios e palanques, seja onde for a sua voz sempre esteve entoando os mais nacionais “cânticos” do conservadorismo e da verdadeira política brasileira. Carlos Eduardo Thomaz Pedroso, 39 anos, casado, bacharel em direito, ativista e conservador. Nascido em Mairinque, e por Mairinque foi candidato a prefeito em 2020 obtendo uma expressiva votação de 5.183 votos. Um nacionalista, que com muito trabalho conquistou a confiança e seu espaço na política regional e que hoje, mas do que nunca, segue firme nesse caminho a favor da verdade, dos bons costumes, dos valores éticos e morais, do conservadorismo e da pratica da verdadeira política brasileira que deve ser sempre feita unicamente em beneficio do povo.

O senhor tentou a candidatura a prefeitura de Mairinque em 2020 e teve uma votação expressiva, conte nos como foi a experiência e pretende continuar no meio político?

Embora não obtive vitoria, estou feliz com o resultado, foram 5.183 cidadãos que acreditaram na minha palavra e eu valorizo cada um desses votos. Eu não tive recursos, abri mão do fundão eleitoral, não menti para ninguém, não prometi cargos e não negociei secretárias. Não cometi nenhum tipo de crime eleitoral como boca de urna, churrascos para eleitores, distribuição de cestas básicas e compras de votos. Foi uma campanha na raça, com projetos e ideais como deve ser a política. Sai de cabeça erguida e fiz muitos amigos. Tínhamos planos de desenvolvimento, parcerias e convênios regionais, o que geraria muito emprego, renda, dignidade e mais receita para o município. Só assim a administração teria mais condições para investir em saúde, educação, segurança publica, cultura, esporte, etc. Não foi desta vez, mas tudo no tempo de Deus. Vale a pena. Com relação ao futuro, depende de Deus, da conjuntura política do país e da disposição das pessoas, pois são elas que fomentam futuros candidatos.

Eduardo o que pode nos dizer sobre o seu antigo grupo de militância pró-direita, o Ultra Defesa?

Esse grupo não existe desde 2011. Foi um grupo Nacionalista que atuou (salvo engano) de meados de 2002 até 2011. Defendíamos os valores Deus, Pátria e Família, fazíamos panfletagens conscientizando sobre o mal das drogas, a defesa dos valores cristãos, o combate a corrupção, o valor da vida e demais pautas conservadoras.

Quando o Ultra Defesa era ativo realizou uma manifestação de apoio ao então na época deputado Jair Bolsonaro, conte-nos sobre essa manifestação e qual a sua avaliação para governo Bolsonaro até o momento?

O antigo grupo fez apenas uma manifestação defendendo Jair Bolsonaro em 2011. O fato se deu pelo então deputado ter sido difamado amplamente por canais de esquerda em razão do programa CQC onde na edição de um quadro, fizeram uma “inversão” de vídeo para parecer que a resposta do deputado tinha sido para a Preta Gil, quando na verdade, foi direcionada para uma pessoa que fez perguntas tendenciosas sobre seus filhos. Resumindo, foram as atitudes difamatórias da esquerda que despertaram os direitistas, que no fundo, não tinham vontade de se envolver com política. Queríamos apenas viver em paz com nossas famílias, ter respeito da classe política que deveria representar todos os cidadãos e nos garantir um mínimo de dignidade. Sei muito bem o que é ser taxado injustamente de “fascista”, “neonazista” e outros xingamentos que não correspondem com meu caráter e valores – É justamente por isso que estou aqui. Com relação ao atual governo, as equipes tem trabalhado muito através do ministério da infraestrutura e das demais pastas; Bolsonaro não vai enviar dinheiro do Brasil para ditaduras, não vai gerar dividas ao povo através de esquemas com empreiteiras e financiamentos de obras através do BNDES (em outros países). Não vai haver mensalão, mensalinho para agradar partidos e políticos corruptos. Com certeza, o atual governo não vai quebrar a Petrobrás, criar estatais para dar prejuízos e servir de cabides de empregos para militantes partidários, tão pouco criar dificuldades ao agronegócio ou perseguir o produtor rural através do MST. Todos os fatores supracitados são frutos das gestões anteriores e hoje colhemos o resultado do desastre e das ideologias petistas. Apesar das dificuldades, o atual governo tem boa intenção, tem feito muitas coisas que a mídia não divulga e poderia ser muito melhor se o congresso trabalhasse integralmente pelo bem da nação e por ideais, ao invés de certos parlamentares, pleitearem apenas interesses e vantagens pessoais.

Como o senhor encara todos esses movimentos de esquerda no país e na mídia?

Eles têm direitos e garantias fundamentais como a direita. Ser contra é desrespeitar os princípios do estado democrático de direito. Desde que não haja transgressão a lei e a norma, todos devem ser livres para seguir suas convicções e exercer seu livre-arbítrio. No entanto, a esquerda não entende que uma sociedade jamais seguirá uma única vertente ideológica e política, nem mesmo através da tão sonhada cartilha autoritária do comunismo. Seguir um ideal e exercer sua consciência; é usufruir de um direito natural do ser humano. O que não pode é querer obrigar as pessoas a pensar como você e taxá-las de “fascistas” quando elas não concordam. Distorcer falas ou se vitimizar para conquistar algo, bem como inverter os valores, subverter os conceitos de moralidade e da ética têm sido uma pratica comum da esquerda, principalmente nos meios de comunicação. Eu os encaro da maneira que são, ou melhor, como demonstram ser.

O senhor acredita que atos e ações mais enérgicas do presidente colocariam fim em toda essa baderna que vemos no cenário político nacional?

Não acredito. Acredito que tais ações devem vir do Povo, reiterando o parágrafo único do artigo 1° da Constituição Federal (Todo Poder Emana do Povo) que deveria ser respeitado. Se não é, deverá fazer com que seja. O chefe do Poder Executivo tem o dever constitucional de fazer valer o anseio popular, não o que a mídia da esquerda mostra, mas o de fato é aclamado.

Levando em consideração todos os cenários possíveis qual a sua perspectiva para as eleições de 2022, e o que o senhor fará para contribuir para a vitoria do capitão?

Após 2011, eu nunca mais falei por nenhum movimento e sim, por mim. Está muito evidente que se houver uma eleição transparente, com o voto impresso e apuração pública de votos, Jair Bolsonaro leva a eleição de 2022 no primeiro turno. Eu não tenho mais tanta “influência” assim – são dezenas de milhões de pessoas que apoiam o Presidente e isso não é ideologia, é um fato que só não enxerga quem não quer. Qualquer um que, fizer uma analise de forma imparcial vai constatar, inclusive, que a mídia não divulga a verdade. Bom, apesar de todos os esforços, quanto mais a esquerda mente, distorce fatos, mais ela fortalece a direita. Deveriam ter honrado o povo quando estiveram no Poder, lutando para que cidadãos e municípios fossem autossustentáveis e não dependessem de repasses, programas e decisões políticas para sobreviver ou se autodeterminar. Da mesma forma, deveriam ter valorizado tudo o que é nacional, nossos recursos, nossa tecnologia, mão de obra e ser um grande precursor do Mundo. Ao invés disso, focaram na ideologia, na corrupção e no Poder, ultrajando as diretrizes administrativas na esfera nacional e virando as costas para a população. Por fim, os meios de informação com viés de esquerda, não entenderam que perderam o crédito com a sociedade brasileira quando jornalistas passaram a defender bandidos ao invés de pugnar pelo cidadão que trabalha, paga impostos e só quer viver em paz. A vida já é dura o bastante, não precisava de certos jornalistas, certos jornais, alguns partidos e uma classe política individualista tentando dificultar ainda mais. Assim sendo, eu já não preciso fazer muito para a reeleição do Presidente Jair Bolsonaro – A esquerda já faz.


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