{entrevistado}
Thiago Silva
14 de Outubro de 2021

Nossa entrevista de hoje é com um dos maiores exemplos a nível nacional de como uma mulher deve ser dentro da política. Forte, decidida, focada, imponente e com a sabedoria necessária para se governar e tomar decisões por todo um estado. Amparada pelo bom e forte escudo do caráter, e guiada pela luz da verdade, essa grande mulher vem se solidificando cada dia mais no cenário político catarinense, mostrando ao seu povo o verdadeiro caminho do progresso. Daniela Cristina Reinehr nasceu do dia 4 de abril de 1977 na cidade de Maravilha, no oeste Catarinense, é advogada, ex-policial militar e produtora rural e atualmente vice-governadora do glorioso estado de Santa Catarina. Uma mulher de sucesso que desde muito cedo trilha caminhos virtuosos, e onde passa deixa um rastro de progresso. Recentemente mostrou, de forma brilhante, sua competência para governar e em apenas duas oportunidades de curto prazo em que esteve interinamente em poder do governo, conseguiu executar funções, projetos e ações que antes perduravam desde o início do mandato nas mãos do atual governador. Daniela Reinehr mostrou ao povo catarinense que é possível em meio ao caos ressurgir e limpar as manchas da corrupção que sujaram todo um estado. Provou que as ações escusas de alguém que trabalha com desdém no cargo público não foram empecilho para que ela, juntamente de sua equipe selecionada, pudesse executar com maestria os trabalhos necessários para atender os anseios de um povo. Para aqueles que acreditam em destino e sinais divinos, esse seria talvez um grande e significativo sinal para que o povo Catarinense pense bem no voto que dará em 2022.

A senhora esteve a frente do governo catarinense em dois momentos durante o afastamento do Sr. Carlos Moises do cargo, nos conte como foi essa experiência?

Foi um grande desafio, os dois momentos de extrema dificuldade. No primeiro momento onde se saía de um processo de impedimento em relação ao aumento salarial dos procuradores e, da forma mais absurda que se pode imaginar, eu acabei sendo incluída, o único impeachment que se tem notícias de um pedido de duplo impedimento, que acabou me arrastando. No momento em que a gente conseguiu abrir uma brecha no processo de defesa, começou a se encaminhar uma argumentação mais robusta. O primeiro processo de impeachment foi um processo onde a gente viu o Estado inteiro se levantar para defender a justiça, para defender o que era certo e para me defender também. No primeiro período da minha interinidade, estávamos com uma crise hídrica gigantesca aqui em Santa Catarina, determinei imediatamente um gabinete de crise e dei os primeiros passos para uma ação integrada para minimizar os efeitos da estiagem no Estado, projetos que estão em andamento e alguns já foram entregues. No segundo momento a razão do impedimento era diferente, somente contra o governador, no caso dos R$33 milhões dos respiradores que nunca chegaram. Naquele segundo momento, a gente passava pelo pior período da pandemia, com UTIs lotadas e todas as regiões do Estado em nível gravíssimo. Era um momento muito difícil, precisando de ações rápidas e eficientes para resolver essa situação, determinei a mudança na logística das entregas das vacinas e também habilitando e custeando UTIs para o tratamento da Covid-19 junto ao ministério da saúde. Consegui na segunda interinidade formar um time de peso, procurei ser conservadora em um primeiro momento, fiz as mudanças que foram necessárias. Tiveram projetos que eu foquei para dar andamento, um dos exemplos foi a exploração de gás da baía da Babitonga, que nós iniciamos, solicitei todos os pareceres, agilizei todo o processo, agora está saindo do papel e vai mudar a matriz energética do nosso Estado. Como era clamor dos catarinenses, acionei a PGR, buscando todos os esforços na recuperação dos R$33 milhões, fiz o pedido de repatriação dos recursos que até então haviam sido encontrados no exterior, nesse processo de repatriação, seguindo o caminho do dinheiro encontram-se os culpados. Criei uma força-tarefa junto à PGE, reforçando com procuradores com experiência na busca de ativos para que a gente pudesse reaver o dinheiro pago nos respiradores que nunca chegaram. Autorizei o retorno das atividades escolares presenciais e encaminhei a retomada do setor de eventos, que foi muito prejudicado durante a pandemia. Nesse mesmo período sancionei a lei que zera o imposto na compra de vacina contra a Covid-19, assim como os insumos para sua fabricação. Junto ao ministério da saúde trabalhamos muito para a habilitação de pacientes acometidos pelo AVC no Hospital Regional do Oeste, um pleito antigo que estava parado. Várias ações importantes naquele momento, apesar de ser um período muito curto, mas que demos um cuidado diferenciado, especialmente para aquelas que não estavam sendo vistas e que não aconteceriam de outra forma.

A senhora pretende buscar novos rumos políticos em 2022, como deputada federal ou até mesmo governadora de Santa Catarina em definitivo?

Sim, eu pretendo prosseguir na política, devo definir o pleito em breve, mas tenho certeza que posso ajudar Santa Catarina e o Brasil, sempre ouvindo as demandas e anseios da nossa população e honrando o compromisso que assumi com eles.

Como a senhora encara esses movimentos de esquerda pelo país; nas mídias, congresso e senado e até no STF?

O que eu acho mais lamentável, são essas tentativas constantes, é uma desfaçatez sem limites, ações contra o presidente, uma falta de respeito gigantesca. Queira ou não, ele é presidente de todos os brasileiros, foi eleito para isso, é um presidente que está perto do povo, que ouve a população. A gente percebe todos os esforços ilegítimos para atacar o presidente, a gente vê pelo outro lado tanto bandido solto pelo país, a gente vivia em uma roubalheira institucionalizada e o presidente Bolsonaro tem combatido tudo isso, o povo tem apoiado nesse combate, as pessoas ficam procurando pelo em ovo para acuar cada vez mais o presidente e buscando enfraquecer e depor o presidente da república. O que precisamos é mais patriotismo, mais transparência e o presidente tem sido isso, que busca o pensamento crítico, busca o contraditório, busca um Estado desburocratizado e seu desenvolvimento, defende que o cidadão trabalhe se defenda e isso acaba mexendo com o status-quo de muitas pessoas. Eu não vejo como benéfico para o país, a não ser para um grupo bem específico, a retomada desses ataques contra as instituições, contra o presidente.

Qual a sua avaliação para o governo do presidente Bolsonaro até o presente momento?

O presidente Bolsonaro é um homem muito corajoso, patriota, honesto, transparente, que busca o contraditório, que tem buscado a desburocratização para o desenvolvimento pleno do país, defende que o cidadão trabalhe e se defenda. Ele foi, e é, a personificação das minhas esperanças de um Brasil melhor, um homem corajoso, forte, que tem ouvido o povo brasileiro, que criou um canal de comunicação diretamente com o povo, que está sempre no meio do povo e um líder de verdade é isso, sair de dentro do ar-condicionado, sair de dentro do gabinete, estar nas ruas e atender os anseios da população. O líder político que se afasta disso acaba se tornando um burocrata porque ele não sabe o que acontece nas ruas e o que a gente vê que por onde o presidente passa, é ovacionado, aplaudido, acarinhado em todo lugar. Um homem que tem valorizado os princípios cristãos, patrióticos, a família e a liberdade do povo brasileiro. O que cabe a todo o povo é seguir apoiando o presidente, seguir pulverizando as boas ações, as boas práticas do governo.

Levando em consideração a sua proximidade com Brasília e sua grande amizade com o presidente, o que Daniela Reinehr fará para contribuir com a reeleição do capitão?

A gente nunca parou, é uma ação continuada, porque o presidente continua representando essas mudanças que a gente quer e a gente sabe que esse período que passou, com toda a turbulência que teve pandemia, dificuldades, ataques constantes que ele sofre essa tentativa de inviabilizar o governo do presidente Bolsonaro, ele segue cumprindo com a palavra dele com o que ele prometeu para o Brasil. Mas a gente percebe claramente que o tempo é curto e que a gente precisa de mais tempo para dar continuidade a essas reformas.


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