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{entrevistado}
Thiago Silva
03 de Fevereiro de 2022

Nosso entrevistado de hoje é um grande nome do jornalismo deste país, responsável por grandes canais e veículos de informação de cunho conservador e patriótico brasileiro. Natural de Ijuí no Rio Grande do Sul, José Carlos Bernardi, 55 anos, é Jornalista e radialista há 37 anos, divorciado, tem 4 filhos, e é pastor evangélico. “O gaúcho mais paulista do país”, que vive há 26 anos no estado de São Paulo, é responsável por uma propagação em massa de um dos melhores conteúdos de direita do Brasil, agregando diversos youtubers e grupos conservadores do mundo que trabalham na disseminação de um conteúdo de qualidade em beneficio da nação. Injustiçado, tentaram lhe calar, inventaram calunias, difamaram e causaram sua saída da rede Jovem Pan, porém, existem males que vem para o nosso bem, e hoje Bernardi se encontra mais forte do que nunca na propagação da verdade e na luta contra a esquerda do país, trabalhando arduamente através de suas mídias e redes sociais. Com projetos inovadores, uma voz influente na sociedade, e com a possibilidade de se tornar mais um representante em nossa política brasileira, esse grande homem é mais um dos muitos que não desistiram do Brasil, e que busca incessantemente ajudar e colaborar com o reerguer da nação.

Quem é José Carlos Bernardi?

Eu sou um jornalista, um sujeito simples, pelo menos eu me acho simples, né? Eu tenho uma vida simples, sou motociclista, vivo em São Paulo há 26 anos, vim para trabalhar no SBT, no ano 1995, depois que eu fiz uma reportagem na Antártida sobre a influência do clima do continente Antártico na América do Sul, e isso me trouxe para o SBT de São Paulo 26 anos atrás. Depois eu passei por outras emissoras de televisão, TV Manchete por algum tempo que depois virou Rede TV aí lá na Rede TV eu tive um protagonismo um pouco maior, fiz telejornais, fui apresentador de telejornais, fui editor chefe, fiz também Canal Rural uma época com apresentação de telejornais também e depois eu dirigi a TV da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo por quase dez anos, eu fui chefe de redação e convivi com a política. Eu entendo muito de Assembleia Legislativa que é o meu "habitat", são quase dezesseis anos lá, fui também assessor de alguns deputados, fui chefe de gabinete, fui assessor especial parlamentar, e fui assessor de imprensa, então eu conheço bem a rotina da Assembleia, das comissões, regimento interno, tudo me é bastante acessível.

O que lhe motivou a se tornar jornalista?

Eu sempre fui um sujeito de informação. Na verdade, o meu sonho era ser advogado, quando eu estava ali na puberdade, na adolescência. Neste período eu já ouvia muito as rádios, eu ouvia a rádio central de Moscou, transmitido pra América do Sul, a Rádio de Havana de Cuba e a rádio também de Pequim, a rádio chinesa transmitindo para América do Sul em português e também em espanhol. Eu ouvia nos dois idiomas. Isso entre cinco da tarde e sete da noite. E depois eu ouvia a voz da América, que é a rádio da Casa Branca dos Estados Unidos que transmitia em português e também em espanhol.  Eu fazia um comparativo com o que tinha do lado de lá da cortina de chumbo do comunismo e o que falavam aqui, o imperialismo né. E eu era um homem de esquerda, um jovem de esquerda, como todo jovem é, e isso me era muito agradável. Depois ainda eu ia assistir o Jornal Nacional que na época era apresentado pelo Cid Moreira. Portanto eu venho de longe, bastante longe. Logo após, aos dezesseis para os dezessete anos cruzou uma rádio no meu caminho onde eu fui ser DJ e repórter. E eu fui ser DJ de rádio e repórter de rádio lá na cidade de Rosário do Sul, no Rio Grande do Sul. Com isso eu abandonei a minha ideia de ser advogado e comecei a praticar o jornalismo lá de forma simples, humilde, com um gravador debaixo do braço, fazia as entrevistas com prefeitos, vereadores e autoridades da cidade.  Dois anos depois eu fui pra Globo e comecei a apresentar no Rio Grande do Sul na chamada RBS TV. Eu apresentava vários telejornais, sete da manhã, Meio-dia que era o Jornal do Almoço na RBS e também o Jornal da RBS às sete da noite. Então aí começou a minha carreira, tem 37 anos que eu sou jornalista e radialista. E o que me motivou é porque Deus me empurrou para esse caminho e cá estou.

Como foi a situação que envolveu o senhor e Amanda Klein?

Nós tivemos sempre muitos embates. A Amanda tem uma fala falaciosa de construir uma retórica para te levar a um pensamento em cima dos argumentos dela, só que são pensamentos falaciosos, mentirosos, são pensamentos duvidosos e ela se abastece na fonte das narrativas que são os sites da esquerda. Então se percebe o discurso dela é o mesmo discurso uniforme da esquerda inteira, pois ela se abastece da mesma fonte. E eu tive um embate com ela que provocou a minha saída da Jovem Pan, foi quando eu fiz um comentário que não foi nem a Amanda, mas a Folha de São Paulo através da jornalista Mônica Bergamo, que colocou fora de contexto a minha fala atribuindo a mim que eu seria antissemita ou que apoiaria a morte de judeus. O que é absolutamente uma aberração até porque eu sou cristão, evangélico e pastor. Eu jamais agiria assim, eu oro pela paz em Jerusalém. Salmo cento e vinte e dois, versículo seis, que diz que nós devemos orar pela paz em Jerusalém. E eu oro pela paz em Jerusalém e estudo o judaísmo, dentro das minhas condições. Então aí virou uma celeuma toda, Folha de São Paulo, Estadão, Globo e alguns pediram a minha cabeça numa bandeja de prata assim como foi pedido a cabeça de João Batista, e fora entregue a minha cabeça numa bandeja de prata. Agora estou mais vivo do que nunca, pois faço um jornalismo ainda mais independente através dos portais que eu trabalho que é o Lado B da Notícia, tem um canal no YouTube chamado O lado B TV e tem também o meu canal pessoal que é Bernardi TV. No O lado B TV eu sou um dos diretores junto com o Major Aldrin Corpas que é meu sócio, e ali nós reunimos cerca de quarenta youtubers conservadores de direita no Brasil e no mundo e produzimos um conteúdo de altíssima qualidade, são lives todos os dias praticamente, além de eu fazer dois jornais de manhã, eu faço o jornal do lado B às dez da manhã e quinze pro meio-dia eu faço também o Sentinela da Pátria, são dois telejornais logo de manhã e à noite eu tenho outros programas como um programa meu chamado “Me engana que eu gosto Destruindo as Narrativas”, que é um programa que eu vou na fonte onde as “Amandas Kleins”, e a esquerda se alimenta, que são os sites de esquerda, Carta Capital, Diário do centro do Mundo, Brasil 247, entre tantos outros.

Qual foi a reação dos seus seguidores quanto ao assunto?

Eu te diria assim, as pessoas que me acompanham mesmo estão comigo. Basta você ver os comentários no meu Twitter. Eu tenho 70 mil seguidores no Twitter. Alguns chegam lá de vez em quando e dizem “você pediu morte de judeus”, daí eu digo “cara você não consegue interpretar um texto? Não consigo nem te escrever alguma coisa”. Então assim 99,99% a gente mata as bactérias. Eu tenho uma boa aceitação, lançaram inclusive meu nome para ser deputado numa página aí que é de Facebook, A Liga da Justiça SP, e lá eu tive 100% de aceitação para concorrer a deputado.

Conte-nos sobre a sua militância pelo conservadorismo no Brasil, como é realizar esse trabalho de referência?

Isso é novo para mim. Eu sempre fui um sujeito bem informado em função da minha profissão, mas vinte anos atrás eu tinha uma visão de esquerda romântica, que a esquerda queria proteger os mais fracos, que a esquerda defendia o direito dos trabalhadores. Só que quando a esquerda chega ao poder ela se revelou, ela revelou que ela é ladra, a esquerda é o maior movimento corrupto do mundo e se a gente for olhar pra história da Rússia, Stalin assassinou entre trinta e cinco e oitenta milhões de compatriotas. Não se sabe exatamente, porque ele matou tantas famílias inteiras que ninguém teve lá pra reivindicar a morte dessas famílias. Então não se sabe, este é o cálculo aproximado. E hoje, com a minha luta, eu me tornei, muito pela voz que eu obtive na Rádio Jovem Pan, uma referência porque acho que faltam líderes, precisamos ter mais líderes dentro do conservadorismo para buscar exatamente uma visão e lutar por um Brasil melhor. Eu tenho colocado paras pessoas que estão comigo no Lado B e caminham também comigo politicamente que se nós tivermos objetivos comuns e inimigos comuns nós temos tudo para andarmos juntos, lutarmos e vencermos.

O senhor tem pretensões políticas?

Sempre tive e nunca tive. Sempre tive vontade de fazer alguma coisa pra ajudar a cidade que eu moro, o estado que eu moro, o país que eu nasci, mas eu nunca tive condições, é uma coisa tão distante, a gente como jornalista ajuda de outra forma, né, dando informações, brigando, cobrando de autoridades e entrar para política tem sido hoje um caminho possível, viável. Inclusive o meu nome está sendo sondado, eu já fui procurado por vários partidos políticos em função da injustiça que ocorrera comigo lá no mês de novembro, especificamente no dia 16 de novembro, e alguns partidos me procuraram, me propondo dar espaço para eu concorrer, e se eu vier a concorrer eu acho que eu deveria concorrer a Deputado Estadual, visto que conheço muito da Assembleia Legislativa e a política que se pratica na Assembleia.  Acho que Tarcísio Gomes de Freitas será eleito o governador de São Paulo e ele precisa ter deputados bons e uma boa base na Assembleia. Então se caso isso se confirmar e eu concorrer eu poderia ir sim a deputado estadual. Não me lanço nem como pré-candidato apenas estou dizendo que é possível, mas ainda não sou pré-candidato, não sou nada ainda, sou um brasileiro com sede de justiça, sede e fome de justiça.

Qual a sua opinião sobre o presidente Jair Bolsonaro?

Olha, o presidente Bolsonaro não é um homem requintado, não é um homem finíssimo, mas é um homem do povo, porque ele é povo. Ele fala a nossa língua, ele é igual a nós, quando ele fala as coisas que ele fala, os termos que ele usa, como “Eu encho o meu bucho”, eu acho isso lindo, eu me identifico com ele, eu me solidarizo com ele com muitas coisas. Então sou fã do Bolsonaro. Não é perfeito, ninguém é perfeito, mas é o homem ideal para este momento de transição que nós no Brasil precisamos. Precisamos de um homem realmente com a envergadura de Bolsonaro. Bolsonaro é um líder que o Brasil ficou pequeno para ele, pela envergadura que ele assumiu nessa trajetória de três anos, e infelizmente hoje o Bolsonaro é a maior vítima de fake news que a grande imprensa produz. Ele é o alvo deste fake news institucionalizado pelos grandes meios de comunicação. Então a minha opinião sobre o presidente Bolsonaro é que ele é um gigante e que querem destruí-lo só que ele tem o que os outros não têm: a grande maioria da população do bem ao seu lado.

Como o senhor avalia essa situação política do nosso estado de São Paulo, que tem como governador um homem alinhado com o caos?

Eu avalio que o Doria é o candidato do globalismo, basta ver a paixão que ele tem pela vacina. Inclusive aqui andando nas ruas de São Paulo, tem alguns painéis eletrônicos, que dizem “São Paulo, capital mundial da vacina”. Eu diria quem que atribuiu a São Paulo esse título de capital mundial da vacina? Ora, pois o senhor João Doria. Por quê? Porque ele ganha dinheiro com a vacina. E se fizermos um exercício de projeção futura e o Doria vir a ser um dia presidente do Brasil, nós vamos esquecer Luiz Inácio Lula da Silva. Nós vamos achar que Lula não foi um mal feitor, nem foi tão ladrão assim, visto que Doria vai deixar Lula no esquecimento e será o pior presidente de todos os tempos do Brasil e o mais safado de todos. Doria é o homem alinhado com a morte e com o caos.

No tocante a pandemia, o senhor concorda com tudo o que os noticiários e organizações exibem?

Eu discordo com absolutamente tudo que a mídia poderosa tem colocado. Sou uma voz dissonante de tudo que está aí. Acho que nós vivemos um período que poderíamos considerar apocalíptico de muitas revelações. Apocalipse não quer dizer fim do mundo, mas revelação, apocalipse é uma palavra grega que diz que é retirar o véu, então o nosso véu, foi destapar os nossos olhos, nós estamos vendo o mal sendo revelado todos os dias. Portanto eu discordo absolutamente com tudo que essa mídia tem colocado no que tange a essa pandemia.

Em sua opinião, o que podemos esperar dessas próximas eleições nacionais?

Eu acho que vai ser a eleição mais polarizada de todos os tempos, a mais baixa, com a campanha mais vil que nós já vimos em todos os tempos, virão aí muitas informações erradas, muitas acusações, muitas injustiças e o alvo principal será, adivinha quem? Jair Bolsonaro. Eles vão querer destruí-lo porque Bolsonaro foi um acidente de percurso para os corruptos que mandam no Brasil desde sempre. Bolsonaro não estava no script que eles haviam preparado. Então eles precisam fazer de tudo para tirar esse homem do poder. Mas nós vamos fazer de tudo pra elegê-lo e mantê-lo no poder.

De São Paulo para o mundo, qual a mensagem que o senhor nos deixa?

Eu queria deixar uma mensagem aqui final dizendo que nós precisamos confiar em Deus, acima de tudo nós temos que confiar em Deus. Mas confiar fazendo a nossa parte. A Bíblia fala que a fé sem obras é morta. Se você pudesse puxar essa palavra para mais perto de você seria assim "A fé sem atitude é morta". Então nós temos que ter atitude de fé, nós temos que acreditar no Brasil e fazermos a nossa parte. Esperança é sim arregaçar as mangas e trabalhar. Diz que todo poder emana do povo então é neste momento que nós vamos mostrar que o poder é nosso, é agora que nós vamos exercer o nosso direito de voto, está na ponta dos nossos dedos ao digitar os números certos. Deus abençoe a todos. Confie no Brasil e acima de tudo confie em Deus.


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