Marcos Antônio Ribeiro Farto
Thiago Silva
10 de Junho de 2021

Nossa entrevista de hoje conta com a presença de um homem honrado que desde sua infância, até os dias de hoje, trilha os mais puros caminhos do caráter e da dignidade. Com seus princípios fortes bem estruturados em uma sólida edificação pessoal, ele construiu uma imagem exemplar e um nome de peso no meio social. Marcos Antônio Ribeiro Farto, é mais um fortíssimo exemplo de que se pode caminhar pelos caminhos políticos sem se perder pelas “encruzilhadas” da corrupção. Dedicou mais da metade dos seus 49 anos ao serviço publico, sargento veterano, protegeu e serviu como policial militar durante 23 anos, sendo que 6 anos desse total foram dedicados a equipe de ROCAM. Especialista em trânsito, graduado em direito, com um olhar afeiçoado por Rui Barbosa e com altas qualificações, Marcos Farto, um genuíno polímata, busca incessantemente a auto lapidação pelo conhecimento e se aprimora cada vez mais para executar com maestria, a verdadeira política brasileira. Pai de família, casado e cristão, construiu sua vida pública e particular com os alicerces da ética, moral e bons costumes. Sempre pronto a ajudar o próximo, realiza inúmeras ações beneficentes em prol da sociedade.

Marcos, depois de tantos anos com a esquerda no poder, vemos na atualidade do nosso país, uma mudança significativa no pensamento da população em relação à política, começou com a eleição de Bolsonaro e sucessivamente com a crescente onda dos movimentos conservadores Brasil a fora. Diga-nos, o senhor acha que estamos em um caminho certo rumo a um país definitivamente conservador e nacionalista com abandono total do viés comunista?

Praticamente houve ali uma mudança desfavorável com a entrada do petismo que trouxe prejuízos para o Brasil. A educação ficou prejudicada e aquele civismo deixou de existir. Nós vimos que alguns valores morais, cívis, éticos, educacionais e até religiosos, deixaram de existir. Só que essa geração que hoje escolheu Bolsonaro, representa a verdadeira mudança e a entrada da direita no poder. É uma população que estava enfadada com a decadência de valores na gestão vermelha, junto com a corrupção que sangrava no Brasil. Então, essa escolha em que os brasileiros elegeram a direita, é uma mudança para garantir aquilo que eles preservam, que é a questão da moralidade da educação e do civismo, é uma população que não quer mais a corrupção sangrando no poder e por isso a tendência hoje não é só o governo Bolsonaro, e sim alguém que seja de direita, mantenha os bons princípios e aquilo que nós primamos: um país livre, ético e comprometido com a sua nação.

Em alguns países como a Polônia e Ucrânia, a apologia ao comunismo de todas as formas é um crime. Com leis rígidas e aprovação total da população hoje esses países são “descomunizados”. O que o senhor pensa a respeito de uma lei como essa sendo aplicada em solo brasileiro onde o percentual dessa "praga" ainda é relevante?

Nós não temos condições morais e cívicas para concordar que o comunismo entre no Brasil como uma serpente se enveredando na espreita para conseguir seus objetivos, então nós precisamos tomar muito cuidado com isso. É claro se olharmos atentamente essa serpente, já está fazendo ninhos no Brasil e nós precisamos eliminá-los o quanto antes, porque a partir do momento que eles criarem raízes, nós teremos problemas seríssimos na nação atual e futura. A próxima geração não vai engoli-los, mas a nossa juventude precisa ser educada para entender esse malefício e que infelizmente, lá na frente iremos colher muitos prejuízos em decorrência da semente que está sendo mal plantada hoje no país, pela omissão de muitos parlamentares.

Estamos cansados de ver principalmente o STF julgando e agindo conforme mandam a esquerda, com "togas em vermelho" eles ditam as regras sem qualquer pudor e com total desprezo pelo país e pelo povo, sempre soltando bandidos e prendendo inocentes. Sr. Marcos, em sua opinião, o que deveria ser feito para frear a impunidade e incompetência do STF e colocar equilíbrio entre os poderes? O senhor acha que o presidente Bolsonaro possa conseguir tal feito?

Obviamente, nós sabemos que uma grande quantidade de juízes do STF, foram indicados pela esquerda. Mas eu não vou aqui apontar e enfrentar a opinião particular de cada um deles. Cada um tem a sua responsabilidade, não é porque foi indicado no governo X que ele é um togado comunista, ou comprometido com aquilo que é indelicado com a nossa real busca. Eu acredito que isso vai da moral de cada um e isso é uma visão que eu estou tendo aqui particularmente. E nessa dinâmica com que o STF vem interferindo nos planos do Governo de uma maneira gritante, tomando decisões provocativas e já causou uma celeuma no congresso, já existe uma discussão para que juízes do STF sejam impeachmados, existem protocolos contra o ministro Alexandre de Moraes em relação a alguns posicionamentos, ou seja, o próprio congresso está se mobilizando. Então, nós vivemos em um estado democrático. Temos o executivo, o Legislativo e o Judiciário. A partir do momento que essa autonomia que os poderes possuem, começa a ser trincada pela influência, pela ousadia e pela petulância de alguns interferirem no outro, isso gera desgaste e obviamente terão ali suas consequências. Quanto ao Bolsonaro conseguir algum feito, eu diria que não depende dele. Ele pode ter opinião, isso é notório que ele enfrente diretamente alguns ministros. Ele já atacou Toffoli, Alexandre de Moraes dentre outros nomes políticos por questões de pessoalidade, mas nós não podemos misturar a instituição com a particularidade. Então, a instituição Presidência da República, a partir do momento que ela começa a ser invadida pela instituição judiciária com questões particulares, isso provoca uma rachadura que já é sentida no congresso e essas cicatrizes vão trazer consequências para todos nós brasileiros. Nós vemos o pedido de intervenção militar que não é uma coisa tão simples, avocar o artigo 142 da Constituição em que o Presidente da República tem que assumir, como já em épocas passadas, é preciso muito cuidado com isso, porque também não podemos endeusar os militares e dizer que vão resolver o país, pois não funciona assim. São homens e por vezes muitos deles não são preparados para a vida política. Então, nós vamos viver dentro de quartéis, tem que tomar cuidado com isso. A lei militar ela é muito rigorosa, nós vimos o ex-ministro da saúde Pazuelo, que foi em uma manifestação com o presidente, e que agora vai sofrer sanções administrativas, pois é um militar da ativa que estava envolvido em eventos políticos. Então nós temos que entender que a doutrina militar não é uma doutrina política. O militarismo é rigoroso, basta um erro e acontece uma exoneração, acontece um prejuízo para aquele que desrespeita a regra interna. É interessante nós escolhermos sempre bons políticos e ver a moral desse político, a formação que ele tem, o que ele defende e os princípios que ele prima, para que ele assuma o poder, nos representando. Se há uma intervenção, ela não pode ser rápida, ou seja, ela vai perpetuar por muito tempo e nossos direitos serão tolhidos. Isso vai afetar a imprensa, a educação, a religiosidade, o comércio, o trabalho. É importante ter muita atenção com relação a isso. Não é ir por uma tendência, pois querer é uma coisa, saber o que se quer é outra. Por isso é importante ter cuidado, pois nós defendermos a direita, defendermos os bons princípios, o conservadorismo é uma coisa, intervenção militar é outra. Estamos próximos das eleições e não acredito que haverá uma nova intervenção, e se existisse, ficaria naquele meio termo de um golpe, porque na eminência de uma eleição se tomaria o poder pelas Forças Armadas, sem que o país estivesse em risco apenas por uma opinião política.

Em mais uma desastrosa ação do STF, o ex-presidiário Lula está livre e tem seus direitos políticos devolvidos, o que o torna elegível novamente. Um total absurdo com a nação. Com essa afirmação a esquerda vem para uma cartada final nas eleições de 2022. Em sua opinião, o que podemos esperar dessas eleições?

O Lula não é inocente e todo mundo sabe disso. Ele já tem condenações e não foi inocentado, o que houve na verdade foi só mudança de foro. Lula continua sendo réu e continua ali com uma sequência de escândalos da qual ele participou. O que aconteceu foi que o ministro do STF tirou da justiça de Curitiba e colocou nas mãos de outro para conduzir. Mas devolvendo o Lula para o cenário, vejo que ele já não tem mais aquela força política que ele tinha. Ele não ganha mais para Presidente, mesmo que ele quisesse, porque a população inteira rejeitou a esquerda Lula, a esquerda Dilma, a esquerda Haddad e a esquerda Boulos. A população rejeitou, porque eles defendem aquilo que nós não queremos, nós não esquecemos o caso de Pasadena, nós não esquecemos o Petrolão e nós não esquecemos a Lava Jato. Então, a figura do lula no cenário político, é mais uma provocação e não a certeza de que ele vai ganhar nas urnas. A carreira política do Lula merece certo “respeito”, porque ele tem um acervo de eleitores muito grande, mas que já não é mais unânime. Se caso ser candidato terá os votos dos seus seguidores, mas já não tem mais aquela força para ganhar como presidente. Tanto que, recentemente, ele estava se aliando a Fernando Henrique, que foi mais uma provocação contra o Bolsonaro e também uma jogada de marketing, como um teste de popularidade, pois Fernando Henrique e Lula sempre foram próximos, eles trabalharam em conjunto no PSDB e PT. Ele fez esse marketing político para sentir o termômetro, na expectativa de escolher alguém por estar ladeado com o investigado Lula. Foi mais um teste que a imprensa está calculando, para ver se vale a pena ou não lançá-lo a cadeira. Mas nós sabemos que ele não terá mais o sucesso que ele almeja.

Como o senhor a avalia o governo Bolsonaro até o presente momento? E em sua opinião, acredita que ele possa ser reeleito?

Para avaliar o governo Bolsonaro, nós temos que tomar muito cuidado com a régua da medida. Se nós olharmos a régua no todo, nós vemos que ele resgatou a Petrobras e instituições financeiras tiveram um enriquecimento justo por uma boa gestão. Então, o Brasil que estava numa decadência de desvios de dinheiro, teve a corrupção digamos execrada nessa missão, que foi a ele dada como Presidente da Republica, então ele fez sim e tem feito uma boa gestão nessa questão anticorrupção, levando para o norte do país a evolução, pavimentando estradas e rodovias que estavam há anos abandonadas, levou água e entre outros feitos. Agora a falha que nós estamos vendo que muitos estão dizendo é em relação a pandemia do fato de não saber lidar com ela nesse momento tão delicado. Claro, existiram falhas, existiram sim falhas gritantes que não podemos fechar os olhos, então na questão da pandemia ele cometeu um “pecado” e tendo princípios particulares, ele tem feito a administração que ele entende ser a melhor, se ele foi mal aconselhado ou não, não sabemos dizer. Mas, isso está sendo um divisor de águas para ele, tanto que a CPI, todos nós sabemos que é uma cartada política para enfraquecer os líderes, não que ela vá trazer algum prejuízo, pode ser que traga ou pode ser que não, mas é um desgaste político enorme, é uma maneira de manchar o nome do Presidente. Mas mesmo nessa tentativa, nós vemos que a população não abre mão do presidente Bolsonaro, mesmo sendo ele atacado pela esquerda, muitas vezes atacado pela imprensa que está ali levando pra pessoalidade a sua missão, a população ainda o aplaude, o defende e o mantém. Sendo assim, o Bolsonaro vem forte para próxima campanha e ele vai para o segundo turno, se caso aparecer um candidato a altura de concorrer com ele. Atualmente (26/05/2021), eu sigo sendo a favor do presidente, eu defendo o Bolsonaro e suas pautas positivas e que os erros que ele cometeu, o mesmo possa pagar. Não sou eu quem vai condená-lo, mas eu não vejo outro candidato a altura pra colocar o Brasil nos trilhos. Se não fosse a pandemia, repito se não fosse a pandemia, o Brasil estaria bombando entre os países e ganhando reconhecimento internacional por conta da gestão que o Bolsonaro vem fazendo com o seu governo. Nós temos o escândalo do ministro do meio ambiente que no direito, nós temos que ter cautela. Não vamos acusar sem ter as evidências. Há um inquérito de um lado há quem acuse, de outro há quem defenda, então vamos esperar para ver, pois o processo é a busca real da verdade, mas isso também é uma sangria que vem no governo Bolsonaro. Amazônia é um patrimônio nosso, mas mesmo que seja um patrimônio do Brasil, ela pertence ao mundo, ela é o pulmão do mundo e o Brasil é o celeiro do mundo, o Brasil é um país onde a agricultura é forte, a pecuária é forte, nós abastecemos o mundo. Nós temos que saber dar valor naquilo que temos, mas não podemos também ficar omissos a erros que possam surgir, evidentemente, por uma falha humana, pela ambição ou por um deslize, e se houver erro que o responsável seja punido. De qualquer maneira, hoje, o Bolsonaro continua com o apreço e o afeto de milhões de brasileiros. Inclusive, com o meu apoio nas suas pautas positivas.

O senhor foi candidato a deputado estadual em 2018 e com uma campanha simples e transparente, teve impressionantes 11.823 votos. Diga-nos como foi a experiência. O senhor tentará uma nova candidatura?

O mundo político nos surpreende a todo o momento. Realmente eu fiquei surpreso com essa minha primeira campanha no universo político ladeado com o saudoso senador Olímpio, com Eduardo Bolsonaro, coronel Tadeu e deputado federal Abou Anni. Fiz uma campanha humilde e não gastei cinco mil reais. Fui “traído” pelo meu contador que não fez a prestação de contas corretamente, pelo fato dele não ter entregue a mídia no cartório eleitoral, minha conta deu como não prestada. Uma falha boba e técnica que seria resolvida com a entrega de um pen drive. Ele cometeu esse deslize e não sei se foi por uma questão particular ou uma falha de um profissional que trabalha com isso há anos. Fica pela consciência dele e de quem julga, mas se não fosse essa falha, eu hoje estaria ainda mais envolvido na política. Realmente foi surpreendente eu ser o 4º mais votado aqui na minha cidade e o 1º mais votado sem uso da máquina, porque nós tivemos três candidatos, uma era a filha do Prefeito e os outros dois candidatos que eram políticos de carreira, um era vereador e o outro já havia sido prefeito. Então, em exceção desses que já tinham envolvimento direto com a máquina, eu fui o primeiro mais votado tendo mais de sete mil votos em Marília. Isso para mim foi maravilhoso, foi surreal. A partir daquele momento, iniciei minha vida política. Apadrinhado pelo Senador Olímpio, assumi a presidência do PSL em Marília, que estava deteriorada, apresentei 22 candidatos em 2020, fiz a cadeira de vereador com o nosso agente federal Junior Féfin, o qual foi eleito vereador sem recursos. Os únicos recursos que vieram foram 20 mil reais que a executiva estadual mandou no último dia, somente à candidata a prefeita. Fora isso, mal enviaram o material gráfico, portanto foi uma campanha delicada e própria de quem é de direita sem recursos públicos, mas graças a Deus, fizemos uma cadeira. Nós sabemos que o PSL está dividido entre a ala bolsonarista e a ala bivariana, então como todo grande partido tem seus momentos de dificuldade, eu achei por bem, abrir mão da presidência do partido logo depois de tornar o diretório permanente, que antes era provisório para apoiar o deputado federal Coronel Tadeu que provavelmente será candidato a reeleição e por ele defender também as pautas positivas do governo Bolsonaro e entre outros pontos positivos, eu me aliei a ele. O universo político clama por pessoas que tenham bons princípios. Eu sou ficha limpa, tenho 23 anos como policial militar, dos quais 6 anos foram dedicados a equipe de ROCAM, tenho mais de duas décadas como profissional na área de trânsito, fui conselheiro estadual do CETRAN em São Paulo e hoje sou aluno de mestrado em direito tributário. A busca por conhecimento para aplicação de bons princípios, ela é necessária. A população quer isso, um político com quem ela se identifique, um político que defenda a família, que defenda os princípios religiosos, que seja implacável contra a corrupção, que seja fiel a sua nação, a sua bandeira, àquilo que é ético, justo e sagrado. Porque afinal de contas, nós estamos falando de política e nós precisamos de bons políticos. Por isso, estou fazendo um trabalho para 2022 e os termômetros vão dizer se a situação é favorável a minha pretensão. Talvez faça uma dobrada com o coronel Tadeu. Com essas afirmações, eu diria que hoje estou a disposição de uma política de direita, porém dependemos do partido, da legenda e do aceite popular. Mas naturalmente nós temos um saldo positivo como você bem disse, 11823 votos que nos dão uma confiança para representar na ALESP não só nossa região mas todo o Estado, pois o Deputado não defende somente sua região ele defende o Estado. Obviamente, que por ter mais aproximação com a região, eles conhecem as questões peculiares, mas o deputado é um servo do Estado. Pretendo estar apto para alcançar esse feito tão esperado por uma política de direta.

Conservador e policial da reserva, qual foi a maior causa que o motivou a também buscar os cargos políticos?

O que me motivou a buscar cargos políticos era olhar os anseios dessa população abandonada. Eu moro em Marília, sou nascido e criado aqui há 49 anos e é difícil ver uma cidade do porte de Marília ter mais de 20 favelas. Ver que um governo de um país riquíssimo como o Brasil ter ainda no século 21, localidades que não tem saneamento básico, energia elétrica, internet e educação. Eu mesmo cresci próximo a favela. Venho de uma família humilde, morei as margens de uma favela, apenas três quarteirões dividiam a minha casa da periferia. Cresci com meus amigos que moravam na comunidade e na minha adolescência participava de programas da comunidade levando cestas básicas através dos grupos de jovens. Então, eu conheço a realidade da comunidade e quando eu me tornei policial, eu encontrava amigos de infância e sabia da luta de cada um deles, ou seja, aqueles que queriam trabalhar não tinham emprego, mas nem por isso se tornaram marginais. De fato, uma pequena parte se tornou bandido, e tive que prender infelizmente. Foi um momento difícil pra mim ter que algemar um colega de infância, mas dentro do respeito, ele entendeu e sabia que estava errado, ele sabia da minha profissão e eu fiquei chateado, mas ele fez as escolhas dele e eu fiz as minhas. Isso é uma situação que para quem cresce dentro de uma realidade humilde, sabe que vai enfrentar no futuro. Quando eu enxergava essa desigualdade, vendo que os políticos estavam muito mais interessados nos seus feitos particulares do que na sociedade, fui ficando cada vez mais incomodado. “Como quem quer mudar o jogo tem que entrar em campo”, eu resolvi “entrar no campo” com essa projeção de fazer alguma coisa pra mudar. Por vezes, já vi falarem que a polícia tem que ir para cima, sem medo de nada, e não é simples assim. Não é simples você colocar uma farda e ir para uma ocorrência, uma troca de tiros e etc. É uma coisa que dá medo, que te coloca numa situação de estresse, mas a minha missão eu cumpri dentro da polícia graças a Deus. Com todos os méritos, tive mais de 120 elogios, tenho láurea de primeiro grau, tenho as minhas medalhas porque combati o bom combate com dignidade, e na política não pretendo fazer diferente. Farei com toda ética, respeito e lisura que a sociedade busca, sendo um bom parlamentar, um bom político, para que isso possa criar um futuro melhor para todos os cidadãos. Estar na política é fazer uso da ferramenta que a constituição nos propicia para defender aqueles que precisam dessa defesa. Isso é a política para mim, fazer o bem usando as ferramentas que se tem à disposição.


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