Matheus Coimbra Martins de Aguiar (Deputado estadual Tenente Coimbra)
Thiago Silva
22 de Agosto de 2021

Nosso entrevistado de hoje é um grande homem e um verdadeiro símbolo de patriotismo na ALESP, militar treinado e condecorado ele nos representa com bravura e determinação sempre buscando todas as formas para se fazer um mandato digno e honrado por todos os cidadãos desse grande estado de São Paulo. Matheus Coimbra Martins de Aguiar é natural de Santos/SP e foi eleito deputado estadual com 24.109 votos pelo Partido Social Liberal (PSL). 1º Tenente do Exército Brasileiro serviu nos batalhões de Osasco (4º BIL), Caçapava (6º BIL), Taubaté (2º BAvEX) e São Vicente (2º BIL). Comandou o SAR (Search and Rescue) no Comando de Aviação do Exército e na 12ª e 11ª Brigadas de Infantaria Leve, treinou tropas para Operação Rio e Missão de Paz no Haiti. Graduado em administração de empresas e pós-graduado em política e estratégia na Escola Superior de Guerra. Foi condecorado com as medalhas da Vitória – FEB em 2011, Sangue de Herói – FEB em 2012, Jubileu de Ouro em 2012 e Tiradentes em 2019. É mais um grande militar que agora nos serve não só pela farda verde oliva, mas também com suas ações parlamentares, é mais um braço forte, mão amiga a serviço do estado.

Tenente Coimbra como o senhor avalia o governo Bolsonaro até o presente momento?

Entre erros e acertos o Governo vem fazendo um bom trabalho, na balança o resultado vem sendo positivo.

Qual a sua opinião sobre essa “jogada política” chamada CPI da covid?

Me envergonho de ver o que se tornou essa CPI, totalmente parcial. É notável o esforço dos inquisidores da CPI para “provar” que o Presidente Bolsonaro é o responsável pelas mortes causadas pela Covid, no Brasil. Os seus membros, presidente, relator, vice-presidente e especialmente os dois primeiros, com folha corrida “invejável” de boas práticas, ao longo de seus anos como governadores ou parlamentares, amplamente conhecidas dos Tribunais de Justiça e do povo, já estão em plena campanha eleitoral.

Desde sua eleição o senhor vem trilhando um bom caminho na Alesp, diga nos como está sendo a experiência nesta promissora carreira política?

É uma experiência de muito aprendizado, eu estudei na teoria como tudo funcionava, mas, na prática, é um pouco diferente.

Com uma boa aceitação ladeado com um bom desempenho como deputado, o senhor pretende buscar outros cargos na política nacional?

Meu foco é continuar como deputado estadual e ajudar São Paulo a evoluir cada vez mais.

O senhor é o maior defensor e precursor das escolas cívico militares no estado de São Paulo. Diga nos como esse brilhante projeto está se desenvolvendo e o senhor acredita que tal projeto possa tomar dimensões nacionais?

O projeto já existe em outros estados como no Amazonas e Goiás as Escolas com o modelo cívico-militar implementado já são um sucesso. Porém, em São Paulo, não existe nenhum colégio com esse modelo, por isso no início do meu mandato criei a Frente Parlamentar pela implementação das Escolas Cívico-militares no estado de São Paulo e em 2021 conseguimos aprovar e sancionar a Lei que habilita o estado de São Paulo a receber o modelos das ECIM. Hoje existem nove cidades que estão com processo em andamento para receber o modelo, sendo três na Baixada Santista. A implantação não é simples pois depende de vários processos do MEC, do Estado e das Prefeitura, além de opositores que tentam barrar o projeto. A nossa intenção é que ainda em 2021 as escolas já estejam em funcionamento com o modelo implementado.

Em sua opinião o que se pode esperar das eleições nacionais de 2022?

Creio que a disputa será acirrada, mas ainda acredito na vitória do Capitão.

Desde a eleição do presidente Bolsonaro em 2018 a esquerda vem perdendo cada vez mais força no cenário político nacional, em sua opinião o senhor acredita que enfim após as eleições de 2022 poderemos nos ver livres da esquerda comunista no Brasil?

Sempre vão existir partidos de esquerda e eleitores de esquerda. Mas acredito que com tudo de errado que vem sendo mostrado é natural que haja diminuição dos adeptos.

Após a eleição do presidente Bolsonaro os militares seguem estreitando laços com a carreira política, e assim como o senhor temos muitos outros exemplos a nível nacional que deixam a farda pelo terno. O senhor acredita que essa seja uma solução para política brasileira, a disciplina militar contra a corrupção?

Dentro das Forças Armadas aprendemos valores que trazemos para a política. Os políticos militares vieram para somar na luta contra corrupção!


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