“Não retiro o que disse”, declara Zé Trovão em relação a Moraes

Caminhoneiro esta morando no México há mais de um mês.

“Não retiro o que disse”, declara Zé Trovão em relação a Moraes Foto: Reprodução TV Noticias

“Não retiro o que disse”, declara Zé Trovão em relação a Moraes

Geral Por: Thiago Silva - 12/10/2021

O caminhoneiro, Marcos Gomes, conhecido como Zé Trovão, que ganhou “destaque” ao apoiar e organizar os movimentos de apoio ao Presidente Bolsonaro, em uma entrevista concedida ao Metrópoles, negou recuar com as criticas desferidas ao Ministro Alexandre de Moraes, e declarou que não voltará ao Brasil se for condicionado a pedir perdão para o ministro.

“Se me falarem: 'Você só volta para o Brasil se fizer uma carta pedindo perdão para o ministro Moraes', então vou passar o resto da minha vida fora do Brasil. Eu posso pagar um alto preço, mas não retiro o que disse. Voltar ao Brasil para ser preso está fora de cogitação”, declarou.

O caminhoneiro afirma que inúmeros pedidos foram feitos pela defesa para que ele não seja preso ao voltar para o Brasil, porem todos foram negados por Moraes, assim sendo ele já pediu asilo político ao governo mexicano, e aguarda resposta, para que assim possa trabalhar no país.

“Não sou criminoso. O dia em que eu desistir de lutar, prefiro ir embora do Brasil definitivamente com minha família. Pedi asilo político aqui no México e ainda espero uma resposta. Fiz uma entrevista no consulado na semana passada. Talvez eu consiga uma autorização para trabalhar”, completou.

Zé Trovão esta há mais de um mês fora do Brasil, e é considerado foragido da justiça pelos atos e convocações do 7 de setembro, segundo o despacho de Moraes, a Procuradoria Geral da República (PGR) sustenta que postagens e vídeos publicados demonstram que “Zé Trovão” teria convocado a população, por meio das redes sociais, a praticar atos criminosos e violentos.

Ainda segundo o documento, as justificativas das medidas cautelares levaram em consideração "a atuação dos investigados na divulgação de mensagens, agressões e ameaças contra a democracia, o estado de direito e suas instituições".

 


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