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Caminhoneiros ameaçam greve geral a partir do dia primeiro de novembro

Categoria visa “pressionar” o governo em relação ao preço do diesel.

Caminhoneiros ameaçam greve geral a partir do dia primeiro de novembro Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

Caminhoneiros ameaçam greve geral a partir do dia primeiro de novembro

Geral Por: Thiago Silva - 17/10/2021

Com a declaração de “estado de greve” feita neste ultimo sábado (16), lideranças de caminhoneiros não descartam a possibilidade de uma nova greve nacional se por acaso suas reivindicações não forem atendidas pelo governo em relação a alta do diesel. Essa manifestação de acordo com eles, será muito mais forte do que a vista anteriormente, com a possibilidade inclusive da paralisação do Porto de Santos SP.

“Se não houver resposta concreta (do governo) em cima dos direitos dos caminhoneiros autônomos, no dia 1º de novembro o Brasil todo ficará parado, principalmente Santos”, disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Luciano Santos, em pronunciamento no encerramento de encontro nacional da categoria.

Na manifestação anterior o Porto de Santos não foi afetado pela paralisação. De acordo com os representantes da categoria, o governo federal tem 15 dias contando a partir deste sábado (16), para atender as reivindicações. Caso a resposta seja negativa, os mesmos iniciarão a “super greve” começando no dia primeiro de novembro em todo o território nacional.

“Tem de haver resposta concreta para o caminhoneiro. A resposta está na mão do governo”, disse o presidente do Sindicam.

A medida foi tomada durante assembleia no segundo Encontro Nacional dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas, realizado no Rio de Janeiro.

A reunião foi organizada pela Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), pelo Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e pela CNTTL, segundo as lideranças, o encontro contou com a presença de sindicatos, cooperativas e federações de todo o país.

A pauta sobre a greve nacional, a princípio, não era o motivo principal da reunião, que tinha por objetivo unir a classe nacionalmente para a busca de melhorias nas condições de trabalho. Caso realmente ocorra essa greve, será o primeiro movimento em conjunto dessas entidades desde a greve de maio de 2018.


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