Secretário rebate ofício do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos sobre operação em Varginha.

Rogério Greco sai em defesa dos policiais heróis que exerceram uma brilhante atuação contra o crime organizado.

Secretário rebate ofício do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos sobre operação em Varginha. Foto: Noticias Metropolitanas

Secretário rebate ofício do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos sobre operação em Varginha.

Geral Por: Thiago Silva - 05/11/2021

A brilhante operação da Policia Militar de Minas Gerais, em conjunto com a Policia Rodoviária Federal, que neutralizou de forma eficaz 26 criminosos, vem sendo alvo de criticas por parte da mídia e políticos de esquerda, os policias, que deveriam receber medalhas e honrarias, no entanto são alvos de inquéritos da corregedoria e acusações do Conselho de Direitos Humanos.

Na segunda feira (1), Robson Sávio Reis Souza, presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos de Minas Gerais, enviou um oficio ao Ministério Público, ao ouvidor de Polícia de Minas e também a Secretária de Justiça e Segurança Pública de Minas (Sejusp).

De acordo com o Conselho, a polícia agiu de forma “truculenta” e deveria fazer “a revisão de todos os procedimentos adotados na operação supracitada para a verificação de eventuais excessos”. No ofício, o Conselho ainda pediu informações sobre a operação e afirma para as autoridades mineiras que “o uso da força deve ser aplicado quando estritamente necessário a força letal deve ser usada como último recurso e somente nos casos em que haja ameaça iminente à vida”.

O Conselho dos Direitos Humanos, ainda ressalta que é suspeito haver tantas mortes sem que nenhum policial tenha sido ferido.

Trecho do oficio do Conselho dos Direitos Humanos.

Diante dos fatos amplamente noticiados nesse domingo, dia 31/10/21, ocorridos em Varginha, relativos a uma operação policial na qual foram mortos 25 supostos infratores, cabe a este Conselho solicitar das autoridades competentes esclarecimentos formais sobre o ocorrido. Chama-nos a atenção o fato de a mídia noticiar um confronto altamente armado no qual uma das partes foi “totalmente eliminada”.

Também nos surpreende o registro midiático de declarações exaltadas de agentes públicos louvando o “resultado” da operação, com intuito duvidoso, como se fosse prática exitosa, regular e legítima no Estado Democrático de Direito suposta estratégia de eliminação de adversários em confrontos.

A resposta.

O secretário de Justiça e Segurança de Minas Gerais, Rogério Greco, rebateu as criticas e até convidou os ativistas dos direitos humanos a participar de uma operação policial para que assim eles possam ter uma visão diferente sobre o trabalho dos heróis de farda. Assim sendo esses tais ativistas poderiam abranger suas visões muito alem dos escritórios e salas ar condicionadas.

Na visão dos ativistas uma ação policial sem mortes de policiais se torna truculenta, inviável, excessiva, dentre outros adjetivos que os mesmos tentam rotular nos guardiões da lei.

Greco enviou um oficio ao Conselho, e deu uma resposta a altura, perguntando ainda se o Conselho que está tão preocupado com as mortes dos bandidos, também dispôs da mesma atenção com a morte de um policial assassinado em 2017 por um bando semelhante a esse que foi neutralizado.

Trecho do oficio de resposta de Greco para o Conselho.

Em resposta ao ofício CONEDH nº 80-A/2021, informamos a V.Sa que nos causa estranheza as colocações trazidas por esse r. Conselho, diante da realidade deste tipo de criminalidade que está assolando o país, que ficou conhecida como Novo Cangaço, ou Domínio de Cidades.

Ao contrário do que foi exposto no referido ofício, em nenhum momento foi exaltada a morte dos criminosos que, certamente, entre a madrugada do dia 1 a 2 de novembro, praticariam uma série de atrocidades na cidade de Varginha, caso a polícia não tivesse, através de sua inteligência, levantado com antecedência seu plano de dominar brutalmente o município.

Seria de extrema valia, ainda, que os representantes do CONSEDH, numa outra oportunidade, deixando de lado teorias meramente acadêmicas, participassem de uma dessas operações especiais, para entenderem, como observadores, a realidade dos fatos, de forma a testemunharem que esses criminosos optam pelo confronto armado, ao invés de se entregarem à polícia.

Aproveitando o ensejo, e considerando a justa preocupação de V.Sa., indagamos se alguma medida foi tomada por esse E. Conselho com relação ao Policial Militar Cabo Marcos Marques da Silva, morto na cidade de Santa Margarida em julho de 2017, após tomar um tiro de fuzil quando da fuga dos criminosos que ali praticaram o Novo Cangaço? A família do referido policial foi, de alguma forma, assistida pelos senhores? Em caso positivo, qual foi a medida tomada para abreviar o sofrimento daqueles que perderam um ente querido? Queremos crer que a preocupação do Conselho não seja seletiva, e que não limite o conceito de direitos humanos somente à ação de criminosos.

Greco em entrevista para a radio Itatiaia de minas, comentou o assunto e a resposta ao Conselho.

“O fato de terem morrido 26 criminosos não quer dizer que houve execução, não quer dizer que não houve confronto. Pelo contrário, quer dizer que as nossas tropas estão muito bem preparadas. A gente tem que festejar não a morte de criminosos, mas que a operação foi um sucesso nesse sentido. Conseguiu que se evitasse uma catástrofe em Varginha e as forças de segurança saíram ilesas”, disse.

Ele disse estar tranquilo em relação as acusações do Conselho.

“Primeiro que comissão não investiga. Quem tem que investigar é a polícia, e a polícia já está cumprindo esse papel. A gente tem muita tranquilidade em dizer que a gente já sabe o resultado. A nossa polícia é muito bem preparada, é uma das melhores polícias do Brasil”, afirmou.

“O que a gente espera, realmente, é que essas pessoas que pensam ou tentem insinuar alguma coisa que aconteceu no cenário dessa infração penal, reflitam, muitas vezes, o que elas falam. Porque é muito complicado você insinuar que houve uma chacina, que houve uma execução, quando as forças de segurança cumpriram o seu papel, e cumpriram muito bem”, pediu.

Conclusão.

A atuação da policia recebeu muitos elogios de autoridades por todo o país, e com razão, o dever do policial é voltar VIVO para o seu lar, a policia é treinada para combater o crime e os agentes SEMPRE dão aos meliantes o poder de escolha, que em 90% se resulta na rendição dos mesmos, mas o bandido que opta pelo confronto e realiza a injusta agressão contra a força e a lei, o seu final só pode ser o eficaz abate.

Antes morto o bandido, que agrega em desordem e violência na sociedade, do que um policial, trabalhador, honesto e pai de família, que deixa os seus em casa para defender o povo.


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