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Argentina só irá ajudar a Bahia via governo federal, diz Bolsonaro.

Presidente subiu o tom em live, e rebateu as críticas feitas pelo governador baiano Rui Costa.

Argentina só irá ajudar a Bahia via governo federal, diz Bolsonaro. Foto: Reprodução redes sociais

Argentina só irá ajudar a Bahia via governo federal, diz Bolsonaro.

Geral Por: Thiago Silva - 31/12/2021

Durante a sua live semanal, exibida nesta quinta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro (PL), comentou a ação do governo argentino que quer mandar ajuda humanitária para o estado da Bahia, que vem sofrendo com as fortes chuvas que devastam diversas áreas e desabrigam diversas famílias.

Porém, o presidente afirmou que essa ajuda só virá a ser aceita por meio do governo federal, essa declaração e uma resposta ao governador da Bahia, Rui Costa (PT), que “enfrentou” Bolsonaro e “aceitou” a ajuda oferecida pelo país vizinho , burlando a autoridade presidencial, que já faz um trabalho de excelência na região dando todo o suporte necessário aos afetados.

O presidente já chegou a agradecer a ajuda argentina, afirmando não ser necessária no momento, pois as forças armadas já realizam um trabalho eficiente no atendimento aos necessitados.

“Como vi alguns órgãos de imprensa divulgando que a Argentina ia ligar-se diretamente ao governo da Bahia, isso não existe, não faz parte da boa política entre países. Se nós precisarmos, pediremos. Mas, pelo que parece, as últimas informações que eu tive, as últimas águas começam baixar na Bahia ”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro também apontou que o auxílio que seria prestado pela Argentina poderia custar caro aos cofres do Brasil.

“Toda ajuda é bem-vinda. Agora, que ajuda é essa? Foi o oferecimento de 10 homens, conhecidos como capacetes brancos, para separar material doado, ajudar na distribuição de água e alimentos. Para nós, fica caro e temos gente suficiente ”argumentou.

Bolsonaro enfatizou que há membros das Forças Armadas, do Corpo de Bombeiros e de outros órgãos no estado. Por isso, agradeceu o "apoio da Argentina, mas 10 argentinos lá, sem uma especialidade não requerida, para nós fica oneroso”.


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