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Delegado federal irá dar continuidade na apuração do atentado contra Bolsonaro.

Martin Bottaro Purper, que já investigou o PCC, deve assumir comando da apuração que visa descobrir se Adélio Bispo teve ajuda de terceiros.

Delegado federal irá dar continuidade na apuração do atentado contra Bolsonaro. Foto: Fábio Motta Estadão

Delegado federal irá dar continuidade na apuração do atentado contra Bolsonaro.

Geral Por: Thiago Silva - 05/01/2022

O delegado federal, Martin Bottaro Purper, reconhecido por ter investigado a facção criminosa conhecida como PCC, irá assumir a continuidade das apurações sobre o atentado sofrido por Bolsonaro, em setembro de 2018, no qual, o atual presidente, na época em campanha eleitoral, foi atacado a faca pelo criminoso Adélio Bispo. O caso segue com muitos mistérios e ainda sem explicações plausíveis.

A Polícia Federal divulgou a informação que foi veiculada pelo jornal Folha de São Paulo. De acordo com essa publicação, o delegado Bottaro está há 17 anos na corporação e ficará encarregado de buscar informações que possam esclarecer se Adélio teve a ajuda de terceiros ou agiu a mando de alguém quando atentou contra a vida de Bolsonaro.

As investigações sobre o caso são muito questionáveis, e desde a época do atentado, tanto o presidente Bolsonaro, como expressiva parcela da população, exigem explicações mais claras sobre o ocorrido, que até hoje segue sem uma conclusão.

O assunto voltou a ganhar repercussão após o presidente ser internado na última segunda-feira (3), por conta de uma obstrução intestinal que ainda é resultado da facada sofrida por ele há três anos.

Bottaro já trabalhou em investigações de crimes praticados pela facção PCC, entre elas a Operação Cravada, deflagrada em 2019 para desarticular o núcleo financeiro da facção criminosa, e na Operação Register, que teve como foco pessoas apontadas como as responsáveis por um cadastro de integrantes do PCC.

Com esse “novo fôlego” a investigação traz novas esperanças para os brasileiros que anseiam em saber a verdade sobre os reais mandatários e suas motivações para este atentado contra o presidente Jair Bolsonaro.


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