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O “Caso ET de Varginha” completa 26 anos

Em 20 de janeiro de 1996, Varginha, a pequena cidade no sul de Minas Gerais, recebia um visitante de outro planeta.

O “Caso ET de Varginha” completa 26 anos Foto: Jornal Correio do Sul

O “Caso ET de Varginha” completa 26 anos

Geral Por: Thiago Silva - 20/01/2022

O Caso ET de Varginha faz aniversário nesta quinta-feira (20), completando 26 anos. Em 20 de janeiro de 1996, Varginha, a pequena cidade no sul de Minas Gerais, recebia um visitante de outro planeta.

Conhecido também como Incidente em Varginha, até hoje não se sabe com certeza o que realmente aconteceu na cidade, mas a verdade é que o ET continua sendo um dos acontecimentos mais famosos da ufologia brasileira e mundial e até hoje continua na mídia, gerando assunto para documentários, canais no YouTube, ufólogos e curiosos sobre o assunto.

O fato é que, a cidade abraçou a história e podemos observar várias estátuas do visitante extraterrestre e naves espalhadas pelas praças e por toda a cidade, gerando atração turística e renda para o município. Segundo a prefeitura, um Planetário será inaugurado em breve e 8 novas estátuas do ET estão sendo elaboradas.

Novos relatos de testemunhas reacendem a curiosidade neste aniversário de 26 anos do ocorrido. Quase três décadas após o suposto aparecimento de um extraterrestre que teria sido visto por três meninas e depois capturado por militares, o “Caso ET de Varginha”, como ficou conhecido, parece estar longe de estar concluído.

“Eu acredito que desses 26 anos que está completando hoje, muitos militares e civis que antes tinham receio de falar desse assunto, vão vir a público falar sobre detalhes do que aconteceu a partir daquele janeiro de 1996, porque a gente sabe que teve outros desdobramentos, operações militares que foram feitas nos meses subsequentes também, então o Caso ET de Varginha não está encerrado de maneira nenhuma”.

Quem afirma é o pesquisador Edison Boaventura Júnior, fundador e atual presidente do Grupo Ufológico do Guarujá (GUG), que há mais de 40 anos pesquisa o fenômeno ufológico. Desde o início ele esteve à frente das investigações do caso, junto do “Grupo dos 7”, composto por ufólogos que ouviram testemunhas e pesquisaram o caso.

“O caso ET de Varginha é um ‘Arquivo-x’ real, que a gente tem aí todos os ingredientes de acobertamento, da morte do policial Marco Eli Shereze e as peças do quebra-cabeça ainda não estão todas montadas ainda, a gente está montando esse quebra-cabeça”, disse o pesquisador.

Relembre os relatos da aparição do ET de Varginha

No dia 20 de janeiro de 1996, três meninas alegaram ter visto um ser estranho, baixinho e de olhos vermelhos e que não era similar a nenhum outro animal conhecido. Naquela tarde, a jovem Kátia Andrade Xavier e as irmãs Liliane de Fátima Silva e Valquíria Aparecida Silva teriam visto a criatura enquanto atravessavam um terreno no bairro Jardim Andere.

Elas costumavam passar pelo trajeto de sempre, mas resolveram cortar caminho por um terreno entre o bairro Jardim Andere e o Santana. Naquela época, um novo loteamento e um campo estavam sendo construídos no bairro.

Quando passaram próximo a um muro, ao lado de uma oficina, as irmãs ouviram a amiga Kátia dar um grito. Ao olharem na mesma direção que ela, viram uma criatura agachada. Com o grito, ela virou a cabeça para as jovens e as encarou por alguns segundos.

“Era marrom, a cor. Era baixinho. Estava agachado, mas era baixo. Eu tinha a impressão que era uma coisa assim muito mole, que dava a impressão que ia estourar, com a pele lisa e os olhos vermelhos, que olhou para nós. Foi coisa assim, rápida, de você bater o olho e falar, é assim e pronto. Não tinha como ser humano, nem ser um animal”, descreveu Kátia em entrevista para a reportagem da EPTV Sul de Minas.

As irmãs contaram que o ser possuía umas manchas parecendo veias na pele e alguns detalhes na cabeça. Após encarar a criatura por alguns segundos, as três saíram correndo desesperadas.

Segundo contaram, as meninas voltaram ao local da aparição com a mãe delas cerca de 25 minutos depois. Não encontraram mais nada, apenas uma marca no chão, um cheiro que não souberam descrever e um cachorro farejando o local. Um pedreiro que trabalhava próximo ao terreno teria dito que os bombeiros já tinham levado “aquele bicho estranho”.

Uma outra versão relata que por volta das 20h, dois militares seguiam pela Rua Benevenuto Braz Vieira – a mesma onde as meninas teriam visto o ET – quando o motorista freou bruscamente o carro porque algo passou na frente do veículo. Um dos militares saiu e capturou a criatura sem usar luvas ou qualquer tipo de equipamento de segurança.

Ela foi colocada no banco traseiro do veículo e levada para um posto de saúde da cidade, que não quis recebê-la. Em seguida, os policiais foram para o Hospital Regional de Varginha. Supostamente, uma ala da instituição permaneceu isolada assim que recebeu a criatura.

Depois o ET teria sido levado para o Hospital Humanitas por mais dois dias para depois seguir para a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As instituições citadas na história nunca confirmaram esses fatos. Como há mais de uma versão de criaturas sendo levadas, também acredita-se que pode ser mais de um “ET de Varginha”.

O policial militar Marco Eli Chereze, que teria participado da captura de uma das criaturas, morreu dias depois de infecção generalizada. Há relatos de que ele tinha pouco mais de 20 anos e era um jovem saudável. No zoológico da cidade, alguns animais morreram e a necropsia apontou uma substância tóxico-cáustica não identificada. Ainda no exame dos animais mortos, também fora detectada um escurecimento na mucosa do estômago e intestino dos animais.

Relatos de discos voadores também foram registrados na cidade. Um casal relatou ter visto um objeto voador não identificado em uma fazenda a 2 km de onde a criatura teria aparecido. Atualmente, as meninas que afirmam ter visto o ET não falam mais sobre o caso, assim como alguns ufólogos e pesquisadores que participaram das investigações na época saíram do caso por motivos até hoje desconhecidos.

(Informação do Observatório de Ouro Fino)


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