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Globo volta a criminalizar os CACs para atingir Bolsonaro

Em matéria tendenciosa do Fantástico, emissora voltou a atacar o presidente e faz associações de CACs com o crime organizado.

Globo volta a criminalizar os CACs para atingir Bolsonaro Foto: Redes sociais

Globo volta a criminalizar os CACs para atingir Bolsonaro

Geral Por: Thiago Silva - 15/02/2022

Na noite do último domingo (13) a rede Globo, por meio de uma matéria veiculada pelo fantástico, voltou a atacar a categoria dos CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) fazendo associações dos mesmos com o crime organizado.

De acordo com a matéria, o crime organizado estaria sendo abastecido com armamento e munição totalmente legalizados por meio de repasses ilegais feitos por alguns CACs, que tem uma “facilidade” um pouco maior que o resto da sociedade civil na aquisição de armamentos.

No programa foi apresentada uma pesquisa realizada pelo Instituto Sou da Paz que trazia um levantamento, entre os anos 2011 e 2020, sobre o armamento roubado, furtado ou extraviado e os tipos de armas encontradas nas mãos dos criminosos. Além disso, a emissora atribuiu o problema a política armamentista do governo federal e também denegriu a imagem daqueles que são CACs.

O deputado estadual da Bahia, Capitão Alden, que faz parte do Pró-Armas e é ativo defensor da política armamentista de Bolsonaro, disse que o assunto foi tratado pela emissora com “sensacionalismo, inverdade e de forma tendenciosa”, tendo como intuito apenas um objetivo: criticar a política armamentista do governo do presidente Jair Bolsonaro.

O Fantástico também atribuiu aos Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) a responsabilidade dos desvios dessas armas para criminosos, o que também foi refutado pelo deputado Capitão Alden, que indagou o detalhamento dos dados por ano, que não foram divulgados pela matéria.

“Na Bahia, por exemplo, culpam os CACs pelo aumento de 200% dos homicídios nos últimos 15 anos, justamente no período que o PT está no comando do Governo do Estado. Aqui, temos 15 milhões de habitantes, mas só temos 16 mil CACs. Como eles podem ser responsáveis por tantos casos de assassinatos? Quando o assunto é sobre registro de armas, a Polícia Federal, em resposta ao ofício que enviei pelo gabinete, informou que temos 66 mil armas legais e 72 mil proprietários de armas de fogo registradas. Não é possível que eles sejam os culpados. A PF registrou, nos últimos cinco anos, um total de 98 armas roubadas, furtadas ou extraviadas. Seriam elas as responsáveis pelos números de guerra que o nosso estado tem quando o assunto é Segurança Pública?”, questionou Alden.

O parlamentar ainda acrescentou que esses tipos de matérias que não mostram a verdade dos fatos “não acrescentam”, “são recheados de desinformação” e tem o simples objetivo de atacar políticas públicas que falam sobre liberdade do cidadão.

“É impressionante como eles fazem toda uma logística, uma história para tentar atingir o presidente. Uma matéria desta atinge diretamente o que diz o Atlas da Violência, que apontou que os homicídios no Brasil estão caindo. Querem transferir a culpa. Quem são os responsáveis pelas forças policiais nos estados senão os governadores? O Governo Federal vem combatendo o crime organizado, pois nos últimos anos 23 mil operações foram realizadas, apreendendo quase 5 mil toneladas de drogas. Estes dados só embasam o que diz o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, que aponta uma redução de 31% na taxa de homicídios de 2017, o ano recorde em registro de assassinatos”, completou.

Essa não é a primeira vez que a emissora ataca a categoria e consequentemente o presidente Bolsonaro. No dia 19 de setembro do ano passado, o mesmo Fantástico veiculou uma matéria sobre a caça de javalis no Brasil, onde fazia diversas acusações infundadas de que a política de flexibilização de Bolsonaro em relação as armas e a grande demanda de interessados na caça esportiva do Brasil seriam pretextos para grupos paramilitares se armarem em beneficio de uma utópica “revolta popular”. Na época a matéria foi duramente criticada.

(Com informações do Jornal da Chapada)


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