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Rui Costa Pimenta fala sobre a polêmica em volta do caso Monark.

Presidente do PCO diz que lobby de milionários judeus se escoram no “holocausto” para encobrir suas arbitrariedades.

Rui Costa Pimenta fala sobre a polêmica em volta do caso Monark. Foto: O Sentinela

Rui Costa Pimenta fala sobre a polêmica em volta do caso Monark.

Geral Por: Thiago Silva - 21/02/2022

Repercutindo o “caso Monark”, o presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, de forma corajosa disse que o lobby de multimilionários judeus é um dos mais poderosos do mundo capitalista e que se escora no Holocausto para defender interesses.

É um lobby que se escora, para defender seus interesses, na questão do Holocausto”, disse Pimenta que completou dizendo que “estão tentando construir este patrimônio de sofrimento para impor às pessoas qualquer coisa que passe pela cabeça deles”.

Rui Costa Pimenta foi além em sua crítica ao lobby israelense: “Defensores dos Judeus tiraram da maleta seu patrimônio de sofrimento, que é a questão do Holocausto nazista, que uma vez que você sofreu isso, justifica tudo, até o fim dos tempos. Serve para encobrir todo tipo de picaretagem”, afirmou o presidente do PCO. Veja o vídeo aqui.

Lobby Sionista

Originalmente uma ideologia étnico-política nacionalista judaica sistematizada por Theodor Herzl no final do século XIX que defendia o surgimento de um estado judaico independente na Palestina, atualmente sob ocupação de Israel. No entanto, o sionismo converteu-se em um movimento que tem conseguido um alcance mundial e cuja finalidade suprema é a de defender os interesses judeus de toda a índole, sejam desde o ponto de vista nacionalista, econômico ou político, ainda as costas de outros povos, se transformando assim em uma sorte de supremacismo judeu.

O Sionismo Mundial, hoje, constitui a última ideologia racista ainda sobrevivente e o sionista Estado de Israel, o último posto avançado de “apartheid” no mundo. Israel constitui por sua mera existência um completo desafio a todas as leis internacionais, regras e princípios, e o racismo aberto manifestado no Estado Judeu é a violação de toda a ética e a moral conhecidas da humanidade.

O uso do “holocausto” como lobby político, cultural e midiático

A crítica ao Estado judeu o lobby sionista e o ativismo de milionários judeus pró-Israel, assim como a exploração da narrativa do “holocausto” não são particularidades de uma ou duas vertentes políticas, nem mesmo está reservado para aqueles que são apontados como “neonazistas” pela mídia de massa de forma rotular. Citaremos aqui dois proeminentes críticos judeus dessas formas atuais no mundo e de seu poder:

Norman Gary Finkelstein (1953), cientista político e acadêmico judeu-estadunidense, é autor de 5 livros sobre os temas relacionados ao sionismo e os conflitos no Oriente Médio. Tornou-se especialmente conhecido após publicar no ano de 2000 o livro “The Holocaust Industry: Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering” (A Indústria do Holocausto: Reflexões sobre a exploração do sofrimento judaico).

A partir de então passou a ser rejeitado em Israel e suas áreas de influência. Nesse livro, trata sobre a “exploração do sofrimento judeu” se voltando contra a comercialização da história narrativa de perseguição dos judeus durante o período nacional-socialista na Alemanha e acusa integrantes dos órgãos judeus envolvidos com as exigências de reparações, de agirem de maneira fraudulenta.

Outro, Nathanael Kapner (1950), mais conhecido como “Brother Nathan” (Irmão Natanael) escritor, e ativista político antissionista e religioso cristão nascido nos EUA, apesar de nascido judeu, rejeitou o judaísmo e converteu-se ao cristianismo ortodoxo, ficando famoso na internet como uma figura proeminente na mídia alternativa, após seus vídeos no Youtube ganharem milhões de visualizações onde mostram as verdades sobre o sionismo e sua atual ideologia de supremacia perante os povos, lobby e formação de cartel político e midiático e o uso do holocausto como justificativa de ações arbitrárias do Estado de Israel. Atualmente divulga suas opiniões em seu site “The Real Jews News“.

(O Sentinela)


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