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Thiago Asmar, o Pilhado, diz que TV Globo faz “ativismo político”

Famoso apresentador da Jovem Pan criticou a atuação do jornalismo da emissora.

Thiago Asmar, o Pilhado, diz que TV Globo faz “ativismo político” Foto: Redes sociais

Thiago Asmar, o Pilhado, diz que TV Globo faz “ativismo político”

Geral Por: Thiago Silva - 24/05/2022

O famoso, polêmico e talentoso jornalista, Thiago Asmar, mais conhecido como “Pilhado”, fez duras críticas a TV Globo, emissora onde trabalhava como repórter em tempos de outrora. Na ocasião, o jornalista disse que a cobertura da Globo em relação a vinda do bilionário Elon Musk ao Brasil, é uma “piada” e que desdenhar dos investimentos do homem mais rico do mundo no Brasil é “ativismo político ridículo” visando claro ataque ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

“A Rede Globo é uma piada. A Rede Globo com seu ativismo político barato, chulo, ridículo, vergonhoso, é capaz de criticar a presença do Elon Musk, o homem mais rico do mundo, no Brasil. Claro, para atacar o Bolsonaro. Só porque o cara foi convidado pelo Bolsonaro, foi recebido pelo Bolsonaro, a Rede Globo tem a coragem de colocar isso aí nas suas manchetes: que a Amazônia não precisa do Elon Musk. A gente está falando do homem mais rico do mundo que está levando internet para milhares de pessoas e escolas na Amazônia” declarou em vídeo publicado em suas redes sociais.

O jornalista, que hoje é peça fundamental das apresentações esportivas da Jovem Pan, afirmou ter “vergonha do jornalismo” no Brasil e declarou que a imprensa “só prega seus interesses”.

“Como que o Brasil não precisa de um cara desse [Elon Musk]? Um cara que faz altos investimentos no mundo inteiro. É um ativismo político ridículo. Eu tenho vergonha do jornalismo no Brasil. Acabou o jornalismo no Brasil. E eu tenho vergonha de ter meu diploma de jornalismo em um país onde a imprensa é tão suja e só prega os seus interesses” concluiu.

A matéria da Globo intitulada como “Falta Fiscalização: País já tem dados sobre desmate na Amazônia e não precisa de Musk; veja análise”, se repercute as falas de analistas que defendem que o país já possui “dados suficientes” e que a oferta de conectividade do bilionário “não tem impacto direto no rastreamento da devastação”, pois o que falta seria “fiscalização e controle”.


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