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Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba promove primeiro encontro do ano

No próximo sábado (22), a partir das 16h, acontecerá mais uma edição projeto cultural “Trem + MACS” no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba

Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba promove primeiro encontro do ano Foto: Divulgação

Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba promove primeiro encontro do ano

Geral Por: Alexandre Branco - 18/01/2022

No próximo sábado (22), a partir das 16h, acontecerá mais uma edição projeto cultural “Trem + MACS” no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, com a presença do historiador e coordenador da Biblioteca Infantil José Rubens Incao.

Durante a ação, Incao fará um passeio pelas instalações do Museu, contando um pouco sobre a história do prédio (tombado pelo patrimônio histórico de Sorocaba) que foi sede do armazém da extinta Estrada de Ferro Sorocabana. “Vamos falar também sobre a ocupação atual do prédio como MAC Sorocaba (com direito a visitação a exposição do artista Túlio Pinto, que está em seus últimos dias de visitação), sua arquitetura, a marcenaria da estrutura, o trabalho feito lá pelos ferroviários, que também eram artesãos de mão cheia, o piso de granilite, entre outros detalhes da construção”, explica Silvia Stecca, presidente do museu. O projeto faz parte da programação do setor educativo do MAC Sorocaba, que tem como um dos seus objetivos a formação de público e a aproximação dos frequentadores da instituição com a história de ferrovia.

O projeto “Trem+Macs” acontecerá das 16h às 18h, para pessoas acima de 12 anos. As inscrições são limitadas (grupo de 30 pessoas) e devem ser feitas no instagram @macsmuseu, via link na bio.

Para ter acesso à visitação, o público precisa respeitar os protocolos de segurança, que incluem uso de máscara e distanciamento entre as pessoas nas dependências internas do espaço.

“Encontros Divergentes”

Segue até o próximo domingo (23) a exposição “Encontros Divergentes” do artista plástico Túlio Pinto. Com carreira em franca ascensão, Túlio realizou mostras em diversos países como Itália, Espanha, Uruguai, Suíça, EUA, entre outros. Seu trabalho compõe importantes coleções ao redor do mundo como do Museu Marta Herford (Alemanha), Fundación Pablo Atchugarry, Manantiales, (Uruguai), Fundação María Cristina Masaveu Peterson, Madri (Espanha), Piramidón, Centre d’Art Contemporani, Barcelona (Espanha), Museu Nacional de Brasília, MARGS (Porto Alegre), MARP (Ribeirão Preto) e MACRS (Porto Alegre).

Os trabalhos expostos no Macs exploram a espacialidade e estão situados entre a escultura e a instalação, resultando em sistemas que desenvolvem as capacidades físicas e visuais da matéria.

Para o curador Fabio Magalhães, o artista trabalha com formas geométricas e orgânicas e procura aproximar materiais de superfícies distintas, materiais rígidos e maleáveis, que ao se aproximarem, ao se tocarem, se tornam dependentes uns dos outros. Esses conjuntos se manifestam numa riqueza de vozes com timbres diferenciados e divergentes e, apesar de sua discordância interna, compõem um todo harmônico. “Poderíamos chamar essas esculturas de arquitetura dos encontros divergentes. Metáfora da diversidade da vida, da sua força, do seu brilho, mas também da fragilidade dos seres e das coisas de permanecerem como são”, explica.“O equilíbrio criado em suas obras é um equilíbrio à beira do abismo. Um ordenamento cujas relações harmônicas são ameaçadas pela entropia, pelas forças pulsantes do caos”, completa.


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