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Ministério do Desenvolvimento Regional autoriza estudos para mudanças nas obras do Corredor Oeste do BRT em Sorocaba

A demanda foi apresentada por comitiva liderada pelo prefeito Rodrigo Manga, nesta quarta-feira (9), em Brasília (DF), durante reunião no MDR.

Ministério do Desenvolvimento Regional autoriza estudos para mudanças nas obras do Corredor Oeste do BRT em Sorocaba Foto: SECOM Sorocaba

Ministério do Desenvolvimento Regional autoriza estudos para mudanças nas obras do Corredor Oeste do BRT em Sorocaba

Geral Por: Alexandre Branco - 09/03/2022

A Prefeitura Sorocaba recebeu a confirmação do ministro do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho, para a realização de estudos sobre mudanças na execução das obras do Corredor Oeste do BRT (Bus Rapid Transit) Sorocaba. A demanda foi apresentada por comitiva liderada pelo prefeito Rodrigo Manga, nesta quarta-feira (9), em Brasília (DF), durante reunião no MDR.

O encontro foi intermediado pelo deputado federal Capitão Derrite e contou, ainda, com a participação dos secretários municipais Carlos Eduardo Paschoini (Mobilidade Semob), Fausto Bossolo (Administração Sead) e Marcio Carrara (Educação Sedu), além do diretor-presidente da Urbes, Sérgio Barreto; do diretor de Transportes da Urbes, Adriano Brasil; do vereador Vinicius Aith e do empresário Sérgio Reze, representando os comerciantes da avenida General Carneiro.

“O sinal verde para analisar alterações no projeto original do BRT está dado. Faltava esse aval do ministro, pois a Caixa Econômica Federal já tinha sinalizado à Prefeitura de Sorocaba que não há impedimento do ponto de vista técnico de engenharia. Queremos trazer agilidade para as obras, o mínimo de transtorno possível para cidade e o conforto que a população merece”, destacou o prefeito Rodrigo Manga.

A principal mudança no projeto original é quanto à alteração de lado da faixa do corredor de trânsito do BRT, para que os ônibus trafeguem à direita da Avenida General Carneiro, assim como no modelo adotado nas avenidas São Paulo (Corredor Leste) e Antônio Carlos Comitre (Corredor Sul). Atualmente, o projeto executivo do Corredor Oeste prevê esse tráfego em faixa exclusiva à esquerda.

“Esse grupo, aqui presente, mostra a integração de setores que existe em Sorocaba, na resolução de problemas comuns. Estamos à disposição para trabalhar em conjunto, para mudar o objeto do contrato e para que um novo modelo de corredor possa ser efetivado e melhorar a mobilidade e a condição de vida das pessoas que moram nessa importante cidade de São Paulo. Apoiamos ações meritórias, como esta, trazida por Sorocaba”, apontou o ministro Rogério Marinho.

O ministro, inclusive, colocou um técnico do MDR à disposição para acompanhar os estudos, junto às equipes da Semob, Urbes e Caixa Econômica Federal, e colaborar na definição da melhor solução para essa questão. “O prazo de conclusão das obras, previsto para 2023, está mantido, até o momento. Isso porque o impacto das obras, estimado no novo modelo, é muito menor que o original. Inclusive, não será mais necessário fazer o remanejamento de uma adutora de água e de dutos de telefonia sob a Avenida General Carneiro, na pista por onde passariam os ônibus”, pontuou o diretor-presidente da Urbes.

No momento, são realizadas adequações de correção de interferências na via por onde trafegará o Corredor Oeste do BRT, até que o novo projeto seja definido. Trata-se de o terceiro e último trecho exclusivo desse sistema no município, oriundo de contrato firmado em 2018, entre a concessionária de transporte e a gestão pública anterior, que já está 70% executado.

“Sempre deixamos claro que o contrato do BRT assinado anteriormente por administração anterior não representa uma prioridade do atual Governo, como são outros projetos que já estão acontecendo, a exemplo do Complexo Hospitalar Municipal, dos mutirões da saúde, ações na área de segurança e a revolução tecnológica na educação. Porém, o contrato com a empresa precisa ser concluído e essas alterações vão minimizar os impactos quanto ao projeto inicial”, acrescentou o prefeito Rodrigo Manga.

O secretário de Mobilidade frisou que a mudança no projeto não reflete apenas a vontade desse grupo, sendo um apelo coletivo. “A busca é minimizar possíveis transtornos e, permanentemente, melhorar a qualidade do transporte público, seja para passageiros, bem como para pedestres e outros agentes que compõem a mobilidade urbana”, disse.


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