Globo ataca grupos de caçadores e afirma: "caça ao javali vira pretexto para grupos se armarem"

De acordo com a matéria, o número de caçadores aumentou notoriamente desde o início do mandato do presidente Bolsonaro e ainda sugeriu o motivo seria que as pessoas estavam usando o pretexto de ser caçador para se aproximar mais “facilmente” das armas.

Globo ataca grupos de caçadores e afirma: "caça ao javali vira pretexto para grupos se armarem" Foto: Divulgação

Globo ataca grupos de caçadores e afirma: "caça ao javali vira pretexto para grupos se armarem"

Política Por: Thiago Silva - 20/09/2021

No ultimo domingo (19), a rede globo por meio do programa fantástico fez uma reportagem abordando temas como a emissão do CAC (registro para caçador, atirador e colecionador) grupos pró-armas e classe dos caçadores, além de fazer críticas e críticas infundadas a todos os citados. De acordo com a matéria, o número de caçadores aumentou notoriamente desde o início do mandato do presidente Bolsonaro e ainda sugeriu o motivo seria que as pessoas estavam usando o pretexto de ser caçador para se aproximar mais “facilmente” das armas.

A caça no Brasil não é permitida por lei com exceção ao javali, que desde 2013 vem sendo liberada para contenção de prejuízo pela praga. A espécie exótica que não é nativa brasileira é responsável por destruir nascentes e cursos d'água, depredam a fauna nativa e animais domésticos alem de destruir por inteiras plantações de milho, soja, sorgo etc, dando prejuízos para agricultores, uma única solução para o problema é o abate do animal via caça. Por este motivo, o IBAMA libera a caça e manejo para controle da praga e a emissão do CAC e CR é extremamente necessário para a função, não é tão simples nem muito rápido como a matéria diz, mas é primordial para dar continuidade na prática com segurança e legalidade.

Na matéria da globo ainda foi visto que um grupo de caçadores com grande volume de armas e munições teria sido parado na estrada pela policia, no mesmo instante o narrador da reportagem fala: “seriam assaltantes de bancos?”. O grupo parado nas imagens foi revistado e constatando-se a legalidade dos mesmos, foram liberados pela polícia. Tal frase dita na matéria somada aos vários infundados foi o suficiente para que na manhã de segunda feira (20), como repercussões sociais inundadas por críticas à emissora, que de forma explícita comparou caçadores, cidadãos de bem, com assaltantes de banco rotulando uma classe que segue a risca todos os protocolos do governo paga impostos e taxas caras, tendo limites para compra e manuseio dos armamentos, trabalhando completamente dentro da lei.

Vários grupos armamentistas e clubes de tiro criticaram a emissora nas redes sociais. O deputado federal Eduardo Bolsonaro, que foi citado na matéria, fez um vídeo divulgado nas suas redes sociais também criticando e pontuando frases e informações desconexas, dentre as mais notórias foi uma frase dita por “especialista” do instituto Igarapé, Melina Risso que com “convicção” disse: “Quanto mais armas em circulação, maior a violência”. Uma afirmação absurda totalmente errônea foi desmentida pelo próprio Eduardo Bolsonaro que munido de verídicos números e percentuais afirmou que: “2019 o presidente flexibilizou o acesso às armas de fogo, uma polícia federal registrou um aumento de 84% na aquisição de arma de fogo e vimos uma redução de 20% sem número de homicídios. É a maior queda da história desse país no número de homicídios desde que ele começou a ser medido em 1980”, colocando em xeque a informação tendenciosa da “especialista”.

A repercussão negativa da reportagem coloca cada vez mais em evidência a falta de credibilidade da emissora que com fins políticos quis usar e prejudicar a imagem de importantes colaboradores e trabalhadores legais.


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