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TCESP identifica 845 obras paralisadas ou atrasadas no Estado

Atualmente, o Estado de São Paulo possui 845 obras paralisadas ou atrasadas, sob responsabilidade do Governo Estadual ou dos municípios.

TCESP identifica 845 obras paralisadas ou atrasadas no Estado Foto: TCESP

TCESP identifica 845 obras paralisadas ou atrasadas no Estado

Política Por: Alexandre Branco - 01/07/2022

Atualmente, o Estado de São Paulo possui 845 obras paralisadas ou atrasadas, sob responsabilidade do Governo Estadual ou dos municípios. As informações integram a base de dados da plataforma Painel de Obras Paralisadas ou Atrasadas, disponível pelo link https://bit.ly/30YpHuh.

No primeiro trimestre de 2019, de acordo com o levantamento inicial feito pela Corte, havia um total de 1.677 obras com problemas de cronograma, cujas somas dos contratos perfaziam R$ 49,6 bilhões. Do total, 919 estavam atrasadas e 758 paralisadas.

O novo balanço do TCE, com data-base de abril de 2022, revela que o território paulista acumula, hoje, 845 obras em situação de atraso ou paralisação, com valores iniciais de contratos atingindo a casa dos R$ 21,2 bilhões. Atualmente, das obras com problemas de cronograma, 303 estão atrasadas e 542, paralisadas.

Três anos atrás, a maioria dos empreendimentos era de responsabilidade municipal, representando 81,1% (1.360), enquanto 18,9% (317) eram de âmbito estadual. No atual cenário, 76,7% (648) são dos municípios e 23,3% (197), do Estado.

As obras no setor da Educação lideram as estatísticas das mais problemáticas no Estado de São Paulo. Equipamentos urbanos (praças, quadras e similares), de mobilidade (obras em vias urbanas) e na área da Saúde (Hospitais, Postos de Saúde, UBS, CAPS e similares) aparecem na sequência como os setores mais afetados.

Painel

Disponível no portal do TCESP, pelo link https://bit.ly/30YpHuh, o ‘Painel de Obras Paralisadas ou Atrasadas’ disponibiliza um mapa que permite ao cidadão verificar a listagem de empreendimentos com problemas de cronograma no território paulista e gráficos que apontam as principais fontes de recursos de obras e a classificação por áreas temáticas (Educação, Saúde, Habitação, mobilidade urbana, abastecimento de água e tratamento de esgoto, e melhoria dos equipamentos urbanos, dentre outros).


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