Nova variante do coronavírus é identificada na África do Sul, que pesquisa mutações

Conhecida como C.1.2, a nova variante foi identificada em maio

Nova variante do coronavírus é identificada na África do Sul, que pesquisa mutações Foto: Peter Endig/dpa/AFP

Nova variante do coronavírus é identificada na África do Sul, que pesquisa mutações

Saúde Por: Natalie Gallacci - 30/08/2021

Pesquisadores da África do Sul identificaram uma nova variante do novo coronavírus com algumas mutações, porém, por hora não apontaram se ela é mais contaminadora ou capaz de vencer a imunidade proporcionada por vacinas ou contagio passado.

Conhecida como C.1.2, a nova variante foi identificada inicialmente em maio e já se espalhou na maior parte das províncias sul-africanas e outros sete países da Oceania, África, Ásia, e Europa, conforme estudos ainda não foram submetidas à revisão da comunidade científica.

A variante possui diversas variações com uma transmissão intensa e uma sensibilidade limitada a anticorpos neutralizadores, porém isso acontece em uma fusão diferente, e os pesquisadores até o momento ainda não têm certeza de como elas impactam o comportamento do vírus. Experiências de laboratório encontram-se em movimento para estabelecer Pneumo a variante é anulada com anticorpos.

Uma das quatro variantes consideras como “variantes de preocupação” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante Beta teve como a África do Sul o primeiro país a identifica-lá.

Alguns países limitaram viagens de é pra a África do Sul, pois acredita-se que a variante Beta se propaga mais facilmente que a versão original do novo coronavírus que causa a COVID-19, e há indicações que as vacinas possuem menos efeito em relação a ela.

O especialista em doenças infecciosas e um dos autores do estudo referente à C.1.2, Richard Lessells, se manifestou dizendo que a aparição desta variante indica que “esta pandemia está longe do fim e que este vírus ainda está explorando maneiras de possivelmente ficar melhor em nos infectar.”


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