Vacinas: A falsa solução?

Todos nós sabemos a importância da vacinação para prevenção de doenças, desde a sua invenção no século 18 vários e vários imunizantes já foram criados contra as mais variadas pestilências que surgiram durante os anos.

Vacinas: A falsa solução? Foto: Da redação

Vacinas: A falsa solução?

Saúde Por: Thiago Silva - 20/09/2021

Todos nós sabemos a importância da vacinação para prevenção de doenças, desde a sua invenção no século 18 vários e vários imunizantes já foram criados contra as mais variadas pestilências que surgiram durante os anos. Mas e quando a tal vacina ao invés de imunizar acaba corroborando para com a precoce morte?

Desde meados de março de 2020 quando a OMS declarou estado de pandemia mundial de Coronavírus a corrida das farmacêuticas em produzir e entregar em primeiro lugar a “melhor” e mais “eficaz” vacina passou a ser constante, e com isso os problemas em diversas áreas e governos passou a ser cada vez maiores. Desde desvios de doses para revenda ilegal, superfaturamento de contratos governamentais, roubos e furtos de doses, erros e falta de competência medica, até os mais altos e obscuros estágios como os testes em massa sem qualquer preparação e as mortes de indivíduos que estavam completamente imunizados (com duas doses) ou que sofreram mortes instantâneas logo após a primeira aplicação. A rapidez na produção de algo, no caso a vacina, que deveria demorar anos e foi finalizada em poucos meses é suspeitamente notório, ainda é pouco provável que todas as farmacêuticas do mundo estejam empenhadas em combater um vírus e salvar a humanidade, além disso os contornos dessa historia são muito mais sombrios e preocupantes, pois vidas estão sendo ceifadas não só pelo vírus em si, mas de fato pelo imunizante.

A sucessão de erros é grave e cada vez maior, porem o assunto não é debatido entre as “mentes brilhantes da ciência” e muito menos pelas grandes mídias, que atribuem o problema e a discussão aos “radicais antivacinas” e assim o assunto cai em desgraça sendo novamente esquecido. Recentemente tivemos exemplos de prova circunstancial de que algo não vem sendo executado da forma correta, o ator Tarcísio Meira que estava retirado da sociedade em um sitio no interior paulista e completamente imunizado desde abril com as duas doses da CORONAVAC, faleceu por complicações ao contrair Covid-19, e todas as informações são de que o ator atuava constantemente rígido perante a doença sempre se mantendo em mais altos padrões de segurança sanitária. Assim como ele o cantor Aguinaldo Timóteo também estava completamente imunizado e recluso, mas mesmo assim contraiu e teve complicações da Covid-19 que o fizeram falecer recentemente. Então o debate reascende e a pergunta reaparece: Como alguém em condições de perfeita proteção contrai o vírus uma ou demais vezes e morre? Talvez não seja o vírus a matá-los e sim a vacina.

O debate, e por vezes o simples questionamento sobre o tema já é motivo de repreensão dos monopólios farmacêuticos, não se pode nem ter duvidas sobre a efetividade de um imunizante, pois já o rotulam como negacionista e radical, sendo que a maior preocupação é justamente as vidas que estão sendo ceifadas. O medo que eles provocam na população e a propaganda que fazem a respeito de algo duvidoso é tão bem feito que aos montes as pessoas assustadas levam seus familiares para se “imunizar” sem se quer poder questionar de onde veio, quem fez e o que fará aquele liquido que esta sendo injetado em seus corpos, permitindo assim sérias e graves consequências, como ratos de laboratório eles testam-nos sem o menor pudor pela raça humana. O receio sobre a tal vacina se espalha a cada novo relato e caso, há poucos dias a celebridade americana Nicki Minaj relatou em seu twitter estar receosa quanto aos efeitos da vacina e ainda compartilhou que um primo havia ficado impotente por conta do imunizante, logo após as postagens a mesma sofreu uma série de ataques e rótulos de “antivacina”.

De acordo com informações divulgadas pela revista Rolling Stone, o guitarrista Eric Clapton também relatou que teve sérios efeitos colaterais após tomar a vacina Oxford/AstraZeneca, segundo o guitarrista ele teve as mãos e pés paralisados por 14 dias, Eric tomou a vacina relutantemente e ainda contou que temeu não poder mais tocar por causa das severas reações físicas e psicológicas que teve após tomar as duas doses da vacina que o deixou acamado por dias, disse que não deveria ter chegado perto da agulha mas que a propaganda garantia que a vacina era segura. Recentemente no Distrito Federal foram identificados 346 casos da variante Delta da Covid-19, sendo que desse total de infectados 195 já estavam imunizados com uma ou duas doses evidenciando cada vez mais o erro ou ineficácia. Ainda no DF desde o inicio da vacinação mais de 711 pessoas morreram após a primeira dose, secretarias locais alegam “reinfecção” para justificar os óbitos. Mesmo que a vacina apenas seja para reduzir as chances de contagio vemos claramente que assim não o faz, mesmo tomando uma, duas ou três que seja das doses estamos propícios a ser infectados, e mesmo aqueles que já estavam imunizados e reclusos, da mesma forma morrem.

Como explicar então esse fato? A cada dia são mais evidentes os graves efeitos colaterais instantâneos ou em longo prazo destas vacinas, já tivemos casos de pessoas sofrerem choques anafiláticos logo após a aplicação da Pfizer. No dia 30 de agosto uma mulher da Nova Zelândia veio a óbito após tomar a vacina da Pfizer, de acordo com as autoridades locais a mulher desenvolveu alguns dias após a aplicação a miocardite e pericardite que são inflamações no coração e no revestimento externo do órgão. O mesmo imunizante da Pfizer foi o responsável pela morte de uma adolescente de 16 anos em São Bernardo do Campo no dia 2 de setembro, segundo relatório do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (CIEVS) a adolescente tomou a vacina no dia 25/08 e um dia após começou a apresentar sintomas como cansaço e falta de ar, procurou o atendimento medico, mas regressou a casa logo em seguida, persistindo nos sintomas novamente a jovem seguiu para o pronto atendimento onde foi encaminhada para UTI após quadro de mal súbito falecendo no dia 02/09, a jovem também desenvolveu miocardite. No dia 16 do mesmo mês a farmacêutica por meio de nota oficial reconheceu a morte e diz que investiga o caso em apoio com os órgãos de saúde local.

Coincidência ou não, na quinta feira 16/09 foi confirmado pelo ministro da saúde Marcelo Queiroga a suspensão da vacina para adolescentes de 12 a 17 anos, a recomendação agora é que apenas os jovens menores de 18 anos com deficiências permanentes, comorbidades ou privados de liberdade recebam o imunizante. O motivo seria pelo fato de mais de 1,5 mil jovens, de acordo com informações do Portal R7, apresentarem reações adversas após primeira dose, o mesmo ministro criticou os governos estaduais pela rapidez desordenada dos mesmos em iniciar a vacinação a todo custo antes da data prevista. O ministro ainda afirmou que adolescentes que já tomaram a primeira dose não devem completar o ciclo vacinal.

Mesmo com a atual realidade dos fatos alguns governos estaduais, como o de João Dória de São Paulo, decidiram manter a vacinação para a faixa etária em seus estados, demonstrando um imenso descaso com a situação sanitária atual. A decisão do ministro causou surpresa e desconfiança e apesar dos motivos já declarados pelo mesmo, o fato da decisão ser tomada logo após a confirmação oficial da morte de uma adolescente por conta da vacina só aumentam as suspeitas e questionamentos.

A situação esta cada vez mais grave ao ponto que diversos médicos renomados estão sendo perseguidos e tendo seus registros caçados por expressarem suas opiniões sobre o assunto, não estão existindo formas de debater a séria questão sem ser rotulados e enquanto isso jovens, adultos e principalmente idosos acima dos 60 estão a cada dia mais morrendo aos montes e o plano desordenado de vacina segue a todo curso sem qualquer atenção sobre a real situação.

Além de todos os exemplos notórios noticiados existem vários outros casos de famílias que perderam seus entes em decorrência dos efeitos colaterais da vacina, mas tiveram seu direito de voz vetado ou simplesmente decidiram não denunciar o fato, o que é um erro. As evidencias são muitas são claras e escandalosas, todavia aqueles que sofrem são em maioria humildes e sem voz. Enquanto isso os monopólios farmacêuticos em comunhão com governos pretensiosos e mídias inescrupulosas “varrem para debaixo do tapete” todo o problema silenciando a todos os questionamentos e continuando cada vez mais lucrando à custa de vidas inocentes.


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