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Governo Doria vacina crianças nas escolas sem a presença dos pais ou responsáveis

Na última quarta-feira (16), João Doria, atual governador de São Paulo, anunciou que vai vacinar crianças e adolescentes dentro das escolas entre este sábado (19) e o dia 25 de fevereiro.

Governo Doria vacina crianças nas escolas sem a presença dos pais ou responsáveis Foto: Agência Brasil

Governo Doria vacina crianças nas escolas sem a presença dos pais ou responsáveis

Saúde Por: Alexandre Branco - 19/02/2022

Na última quarta-feira (16), João Doria, atual governador de São Paulo, anunciou que vai vacinar crianças e adolescentes dentro das escolas entre este sábado (19) e o dia 25 de fevereiro.

Segundo Regiane de Paula, coordenadora do plano estadual de imunização (PEI), a decisão foi tomada para que esses jovens possam se imunizar sem muitas burocracias. “É importante ter uma estratégia de vacinação nas escolas que é um ambiente acolhedor. Também não há a necessidade da presença dos pais ou responsáveis, apenas um termo de concordância assinado”, afirmou.

Os pais ou responsáveis que não concordarem que seus filhos menores sejam vacinados sem que possam assistir o momento da imunização, não devem assinar o termo de concordância ou até mesmo formalização um documento onde expresse a não autorização.

O governo de João Doria afirma que essa decisão é uma estratégia para avançar a imunização desse público, em especial, os que não tomaram a segunda dose.

O Ministério da Saúde, apesar de recomendar a vacinação de crianças, tem recordado que as vacinas que estão sendo utilizadas para esta faixa etária no mundo não passaram por todas as fases de testes, são ainda experimentais (não comparáveis às vacinas do Programa Nacional de Imunizações). No caso do produto oferecido pela Pfizer, a empresa não se responsabiliza com possíveis efeitos colaterais e promete garantias de segurança para as crianças apenas para maio de 2026. Já a Coronavac, apesar de aprovada pela Anvisa, não passou da fase 3 de testes, com resultados ainda em avaliação desta última etapa. Pela falta de garantias, agências de saúde no mundo, como a da Suécia, não recomendam que as crianças sejam vacinadas.


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